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Ganha Tempo do CPA I passa a ter posto de atendimento da Polícia Civil

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O Ganha Tempo do Bairro CPA I, em Cuiabá, passou a contar com um posto de atendimento presencial da Polícia Judiciária Civil (PJC), a partir desta segunda-feira (04.09), oferecendo serviços de registro de Boletim de Ocorrência (BO), solicitação de medida protetiva de urgência, no caso de vítimas de violência doméstica, e representação criminal, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e de Segurança Pública (Sesp).

O primeiro atendimento realizado na unidade foi do senhor Osmar Moraes, morador do CPA I. Ele apontou a comodidade de ter um guichê da Polícia Civil no Ganha Tempo. “Muitas vezes você desiste de registrar uma ocorrência na delegacia porque o deslocamento é difícil. Ter um posto de atendimento aqui fica mais fácil. Cheguei e já fui prontamente atendido. Foi excelente”, disse.
A inauguração contou com a presença dos titulares da Seplag, Basílio Bezerra, e da Sesp, coronel César Roveri, além do delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Rodrigo Bastos da Silva.
Osmar Moraes, morador do CPA I, recebeu o primeiro atendimento do novo guichê da Polícia Civil no Ganha Tempo. (Crédito: Marcos Vergueiro/Secom-MT)
“Além dos serviços oferecidos à população na área fiscal, social e de gestão, hoje a unidade do Ganha Tempo do CPA adquire mais um serviço de grande interesse do cidadão. A ideia é começarmos aqui e depois replicarmos o atendimento da Polícia Civil nas unidades de Várzea Grande e do interior. Nosso objetivo é sempre prestar um serviço de qualidade à população da forma mais acessível possível. Esse é o nosso foco”, ressaltou o titular da Seplag, responsável pela administração das sete unidades do Ganha Tempo no Estado.

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Um dos diferenciais do guichê da Polícia Civil é o espaço de acolhimento oferecido às vítimas de violência doméstica, que poderão solicitar privacidade ao prestarem depoimento.

“Numa situação de vulnerabilidade, temos um espaço reservado para esse tipo de atendimento. Quanto mais ambientes públicos tiverem isso, mais o Estado estará cumprindo o seu papel, que é o de levar um serviço de qualidade para a sociedade”, afirmou Basílio.

A inserção do atendimento no Ganha Tempo é também fruto de um projeto da Polícia Civil para levar os serviços da instituição em locais de fácil acesso ao cidadão. Além do CPA I, o órgão conta com postos no Goiabeiras Shopping e na Avenida Prainha, no centro de Cuiabá.

“Esta é mais uma iniciativa que busca melhorar o bem-estar do cidadão ao trazer o posto de atendimento da PJC para mais perto das pessoas. Antes, não tínhamos esse serviço. Agora, qualquer cidadão que chegar aqui será acolhido, poderá registrar ocorrência e sair com medida protetiva, se for necessário. É o Estado de Mato Grosso proporcionando mais uma ferramenta de atendimento ao cidadão”, afirmou Roveri.

A inserção da PJC no Ganha Tempo do CPA I é uma parceria entre os secretários Basílio Bezerra, da Seplag, e César Roveri, da Sesp, (Crédito: Marcos Vergueiro/Secom-MT)
O delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Rodrigo Bastos da Silva, lembrou que, além da nova unidade, a Polícia Civil também presta atendimento por meio de outras ferramentas, com o objetivo de se aproximar da população.

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“A unidade do Ganha Tempo é apenas uma forma de atingirmos as pessoas. Também temos a delegacia itinerante, que atende bairros sem delegacia de polícia, e estamos expandindo os serviços da delegacia virtual, em que a população consegue registrar uma ampla variedade de ocorrências, bem como a solicitação de medida protetiva”, explicou.

Confira aqui a lista de serviços oferecidos em cada unidade do Ganha Tempo.

Sobre o Ganha Tempo

Mato Grosso possui sete unidades do Ganha Tempo distribuídas nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Barra do Garças, Sinop e Cáceres. Em 2022, as unidades realizaram cerca de 750 mil atendimentos. Este ano, a previsão é de, aproximadamente, 900 mil pessoas atendidas.

Segundo o levantamento do Sistema de Opiniões do Ganha Tempo, 99% dos cidadãos atendidos avaliam os serviços prestados como bom, ótimo ou excelente. O sistema está em funcionamento há pouco mais de três meses.

Em março deste ano, as unidades do Ganha Tempo retomaram com os serviços do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) e em junho a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) também voltou a disponibilizar os serviços fazendários nas unidades.

Além dos parceiros fixos, o Ganha Tempo também realiza parcerias esporádicas, como a que ocorreu no primeiro semestre deste ano, quando o Programa SER Família, gerido pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setasc), atendeu 4.116 famílias na unidade do CPA I .

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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