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Número de empréstimos avalizados pelo Governo de MT a empreendedores do campo e da cidade quadruplica

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Criado para impulsionar o acesso ao crédito aos empreendedores de micro e médio porte do campo e da cidade, o MT Garante teve aumento de mais de 340% na concessão de empréstimos em julho deste ano em relação à média dos sete meses anteriores, quando o programa passou a ser operacionalizado. Somente no mês de julho, foram realizadas 414 operações e liberados R$ 32,8 milhões em crédito.

De dezembro de 2022 a junho de 2023, foram realizadas 648 transações e viabilizados R$ 53,1 milhões em recursos.

Ao todo, já foram avalizados R$ 85,9 milhões em empréstimos desde dezembro de 2022.

Por meio do MT Garante, o Estado suporta avalizar mais de R$ 1 bilhão em operações de crédito dos empresários e produtores rurais de Mato Grosso. No programa, o Governo se torna avalista de quem precisa acessar crédito para investimentos e capital de giro.

“Os números mostram que o programa é um sucesso e o resultado disso se traduz nos números de geração de empregos do Estado, com o aumento da produção industrial, na produção agrícola e o desempenho econômico das cidades mato-grossenses”, destacou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

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Para acessar o MT Garante, o MEI tem um teto de R$ 70 mil em operações de crédito; uma microempresa de até R$ 200 mil e empresas de pequeno porte de até R$ 300 mil. No caso do pequeno produtor rural, o limite é de R$ 250 mil e médio produtor rural, de R$ 430 mil.

Dentre as 55 atividades econômicas que acessaram recursos via MT Garante, as maiores operações foram para o comércio varejista foi o maior tomador de crédito, seguido pelos produtores rurais, comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, alimentação, transporte terrestre e serviços especializados para construção. Juntos, correspondem a 61% das transações.

Os agentes financeiros para acessar crédito via MT Garante são: Desenvolve MT, Banco Sicoob, Sicredi, AL5, Unicred e Cresol.

Fonte: Governo MT – MT

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Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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