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Morte política, diz Emanuel Pinheiro sobre o futuro dos seus opositores em Cuiabá

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“A eleição passa por Emanuel Pinheiro, quem o Emanuel Pinheiro apoiar, vai para o 2º turno. Quem o Emanuel Pinheiro apoiar, deve ganhar as eleições. Não estou dizendo que vai ganhar, porque não depende de mim, mas deve ganhar as eleições”, argumentou.

Entretanto, a oposição a Emanuel Pinheiro  avalia de maneira diferente. Para eles, quem receber seu apoio, não obterá a tão sonhada transferência de votos, mas sim, a rejeição que a gestão tem acumulado sendo alvo de intervenção na Saúde e  de 17 operações policiais.

Conforme último levantamento,  56% da população cuiabana aprovam a gestão de Emanuel Pinheiro.

No entanto, o prefeito garante  que sua popularidade segue em alta, devido aos bons trabalhos que segundo ele, tem realizado. Sendo assim, conseguirá emplacar o sucessor, já que tem “cheiro de povo”.

“Por quê [vou fazer o sucessor]? Porque Emanuel Pinheiro é povo, é povão, tem cheiro de povo e de gente. Trabalha para os mais carentes e humildes, trabalha para uma Cuiabá mais moderna”, salientou.

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Na avaliação de Emanuel Pinheiro, a consequência para aquele que tentar manchar a gestão, será o fracasso.

“Eles estão assinando a sentença de morte política e eleitoral deles. Estão mexendo com fogo, não sabem o que representa a Gestão Emanuel Pinheiro e o conceito da gestão no coração dos cuiabanos”.

 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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