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Mutirão de limpeza em nascente será realizado nesta quinta-feira (21) em Cuiabá

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A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) vai realizar um mutirão de limpeza na nascente do CPA, em Cuiabá, nesta quinta-feira (21.09), às 7h, em comemoração ao Dia Nacional da Árvore.

O objetivo da retirada dos resíduos sólidos no entorno da nascente, localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, esquina com a Rua Acácia Cuiabana, é conscientizar a população sobre os diversos agentes de degradação ambiental e que o descarte irregular de resíduos sólidos compromete as árvores e o bem-estar da população.

A ação é uma iniciativa do Governo de Mato Grosso, por meio A3P, em parceria com a Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso. A limpeza já começou a ser feita nessa segunda-feira (18.09) por reeducandos da Fundação Nova Chance.

O evento terá apoio do REM Mato Grosso, Instituto Ação Verde, Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável (Asmats), Projeto Verde Novo, Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, Juizado Volante Ambiental (Juvam) e Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb).

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Serviço:
Data: Quinta-feira, 21 de setembro
Horário: 7h
Endereço: Avenida Historiador Rubens de Mendonça, esquina com a Rua Acácia Cuiabana, Cuiabá (próximo ao Ibama)

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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