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Dia da Árvore é celebrado com distribuição de 3.500 mudas em lançamento de Rally Ecológico

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Durante lançamento oficial da 21ª Edição do Rally Ecológico de 2023 foram distribuídas 3.500 mudas de árvores nativas do cerrado para a população. A iniciativa aconteceu na Praça Santos Dumont, na quinta-feira, 21, data comemorativa ao Dia da Árvore. O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Aloízio Leite acompanhou a ação, representando a Prefeitura de Cuiabá que é parceira do evento. O Rally é organizado pelo Sportsmotor Clube de Automobilismo e conta com outros parceiros como Juizado Volante Ambiental (Juvam) e Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Entre as espécies distribuídas estão pata de vaca, amora, caju e ipê, entre outras. Ou seja, uma variedade de opções para arborização, seja elas frutíferas ou de embelezamento, como é o caso do Ipê. Na oportunidade as pessoas foram orientadas pelo ambientalista Abel Nascimento, da Prefeitura de Cuiabá, e a engenheira florestal Rosiane Carnaíba, do Juvam.

“O Rally acontecerá em novembro e até lá vai agitando a adrenalina dos amantes deste esporte. A Prefeitura de Cuiabá não poderia ficar de fora  de eventos como este, afinal, conseguem unir esporte, lazer, turismo e ações sociais integradas, além de aquecer o comércio, como hotéis, restaurantes e até oficinas”, destacou Leite.

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A programação trouxe ainda novidades com a exposição de veículos especiais, como o trailer Carbo Campers, uma Mitsubishi ASX Outdoor/4×4, da Tauro Motors, além de uma BMW R 1200 GC, que integra a categoria Big-Trail.

E foi anunciado pelo diretor geral do Eco/23, Luiz Galvan, a  doação das primeiras 50 cestas básicas, feita pela Motorfix. Os alimentos serão entregues à entidades como a MT Mamma, ainda antes da largada do Rally.

No edição deste ano as provas também terão novidades e o diretor técnico do Eco/23, Haroldo Pires, falou sobre o assunto.

“Pela primeira vez o Rally Ecológico terá uma prova noturna. As motos sairão às 13h da Praça do Choppão, devendo chegar no final da tarde, já os carros vão navegar a noite e isso vai exigir muito mais concentração, devido a limitação de visibilidade a distância”, destacou Pires, lembrando que na semana que antecede a prova será realizado o brieffing com todos os inscritos, com transmissão pelo canal do Rally Ecológico no You Tube.

O Rally Ecológico é uma competição de regularidade realizada em estradas vicinais, com o objetivo de integrar momentos de lazer e desafio às famílias participantes. Já a recepção dos participantes será no Lago do Manso. E a largada está programada para as 18h do dia 18 de novembro, na Praça Santos Dumont, em Cuiabá (MT). Por razões de segurança, os competidores das categorias motos, quadriciclos e UTVs irão sair  mais cedo, às 13h, enquanto a chegada será na Marina do Altayr, localizada no Lago de Manso.

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As inscrições estão abertas e são limitadas a 100 veículos, distribuídos em diversas categorias, incluindo motos, quadriciclos, UTVs, Carros 4×4 e Turismo 4×2. Para garantir seu lugar nesta emocionante competição, basta acessar o site www.cronorally.com.br.

Programação completa do Rally Ecológico 2023:

21 de setembro: Lançamento oficial

15 de novembro: Encerramento das inscrições

18 de novembro:

13h: Largada das categorias motos, quadriciclos e UTVs na Praça Santos Dumont.

18h: Largada das categorias Carros 4×4 e Turismo 4×2 na Praça Santos Dumont.
O Rally Ecológico é realizado graças ao apoio de parceiros como Shell/Postos Morada, Energisa, Reolon Seguros, Jr Pneus, Elitte Multiserviços, Juvam/Tribunal de Justiça e a Prefeitura de Cuiabá, através das Secretarias Municipais de Mobilidade Urbana (Semob), Cultura, Esporte e Lazer e Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e Sustentável.

Com informações da Assessoria da Sportsmotor

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Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

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Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

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Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

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Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

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