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A pesquisadores, secretário afirma que setor de serviços e Parque Tecnológico serão responsáveis por salto em desenvolvimento

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O setor de serviços e o Parque Tecnológico serão responsáveis pelo desenvolvimento de Várzea Grande no futuro. Essa é a percepção do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Cesar Miranda, durante entrevista às pesquisadoras do Núcleo de Pesquisas Econômicas e Socioambientais (Nupes) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), doutora Charline Dassow, coordenadora do Nupes, e à professora do curso de economia, doutora Claudia Heck. Elas integram a equipe que elabora o Plano Municipal de Desenvolvimento Econômico de Várzea Grande.

A pesquisa foi encomendada pela Prefeitura de Várzea Grande e teve início em março deste ano. Coordenada pela professora Carla Cristina Rosa de Almeida, os trabalhos devem encerrar no primeiro semestre de 2024. São ouvidos empresários de todos os setores e gestores públicos. Além disso, são levados em conta dados econômicos, inclusive, do Observatório de Desenvolvimento Econômico da Sedec.

“Esse Parque vai elevar Várzea Grande a um patamar de desenvolvimento porque não deixa de ser uma indústria de tecnologia, que vai fomentar toda essa criatividade, as startups de tecnologia da informação, e muito provavelmente vai absorver a mão de obra da juventude de Várzea Grande. A tecnologia será a solução para a mudança da cidade. Várzea Grande precisa voltar a sua origem de ser uma Cidade Industrial, é o perfil dela”, comentou o secretário.

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Ele também destacou que houve melhora na qualidade dos serviços da cidade que ajudam a alavancar o desenvolvimento como bons condomínios para se morar, rede hoteleira de qualidade, e isso são frutos de investimentos no setor de serviços, que mais gera empregos no Estado.

Charline Dassow destacou que a equipe já chegou a um diagnóstico socioeconômico, o qual apontou que Várzea Grande já melhorou em vários indicadores, contudo, ainda estão abaixo do desempenho da capital.

“A gente utilizou série histórica a partir de 2010 com informações sobre emprego, renda, população, demografia, saúde, educação, infraestrutura, telecomunicações, transporte. Nesta etapa, estamos ouvindo os agentes econômicos para compreender o que eles entendem do desenvolvimento econômico e o que eles acham que precisa ter de melhoria, potencialidades e o que pode contribuir com o desenvolvimento de Várzea Grande”, afirmou.

O Parque Tecnológico, construído por meio de uma parceria entre o Estado e a União, ao custo de cerca de R$ 8,7 milhões, tem como objetivo principal trabalhar com as áreas de agronegócio, biotecnologia, tecnologias da informação e comunicação, hardwares e softwares, geociências, química verde e novos materiais.

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Localizado na região do Chapéu do Sol, em Várzea Grande, a área total do Parque Tecnológico é de 16 hectares.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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