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Governo de MT já entregou mais de 22 mil armas para modernização das forças de segurança

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O Governo de Mato Grosso já entregou mais de 22 mil armas aos agentes da Segurança Pública de Mato Grosso. O armamento, que conta com pistolas, fuzis, espingardas, entre outros materiais bélicos, é resultado do investimento de R$ 77 milhões feito pelo governador Mauro Mendes desde o início de sua gestão, em 2019, até a primeira semana de outubro de 2023.

Para reestruturação e modernização das forças de segurança, somente da fabricante Glock, considerada uma das mais modernas do mercado, o Governo do Estado entregou 12.108 pistolas para que cada agente tenha sua própria arma de cautela permanente.

Atuante em rondas ostensivas de repressão ao crime, a Polícia Militar recebeu 7.914 Glocks, com investimento de R$ 27,5 milhões. Para a Polícia Judiciária Civil, o Governo do Estado entregou 3.500 Glocks, equivalente ao investimento de R$ 7,9 milhões.

O sistema prisional também passa pelo processo de reestruturação e modernização e recebeu, até o momento, investimento de R$ 2,1 milhões para destinação de 694 Glocks aos policiais penais de Mato Grosso. Os recursos para a Segurança Pública também incluem entrega de armas ao Corpo de Bombeiros, com aporte de R$ 328 mil, e destinação de 200 pistolas Glocks.

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O secretário de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, enfatiza que os recursos possibilitam às polícias de Mato Grosso a figurar entre as mais bem equipadas do país e garantem mais qualidade na prestação de serviço à população.

“Os volumosos investimentos que o governador Mauro Mendes tem feito, desde o seu primeiro mandato, e que continuam nessa segunda gestão, são fundamentais e oferecem condições para as forças policiais atuarem firmemente contra a criminalidade. Isso coloca o Estado de Mato Grosso no mapa nacional como uma das policiais mais bem equipadas do Brasil”, reforça Roveri.
Marcos Vergueiro – Secom-MT

“Os equipamentos, como os armamentos modernos e potentes adquiridos, aparelham nossos policiais e melhoram a resposta em grandes ocorrências e eventos criminosos que o estado já sofreu e possa vir a sofrer. Esse é o exemplo da tentativa de roubo em Confresa, em abril deste ano, que teve desdobramento no estado do Tocantins com a operação Canguçu”, cita.

“A resposta de Mato Grosso a esse caso mostrou que estávamos preparados, com policiais e equipados. A resposta foi à altura da gravidade do crime praticado”, acrescenta o secretário.

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Polícias equipadas

As unidades especializadas também foram fortalecidas com grandes investimentos. O Governo do Estado entregou fuzis, metralhadoras e espingardas de última geração ao Cento Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer), Força Tática, Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Batalhão de Operações Especiais (Bope).

O comandante do Bope, tenente-coronel Frederico Lopes, destaca que as armas modernas garantem maior efetividade nas ações e a mais confiança do operador do equipamento.

“Todo esse incremento técnico garante um serviço de qualidade ao cidadão, principalmente pelo fato de as ações do Bope estarem cada vez mais intensas devido a atuação de forma inteligente, por meio do trabalho de levantamento das informações de segurança pública”, diz.
Christiano Antonucci – Secom – MT

O Governo do Estado também investiu em equipamentos não-letais para a Polícia Militar, e destinou R$ 13, 9 milhões para compra de pistolas de incapacitação neuromuscular, munições de borracha, granadas de gás lacrimogêneo, entre outros. O armamento possibilita o uso progressivo da força em ocorrências que não há necessidade de emprego de arma de fogo.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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