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Sinfra-MT lança chamamento público para demonstração do BRT

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Veículos similares aos que serão utilizados pelo Sistema BRT irão circular pelas ruas de Cuiabá e Várzea Grande nos próximos meses. Para demonstrar a operação de veículos com piso baixo e motores elétricos, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) publicou um chamamento público nesta terça-feira (17.10).

O objetivo do chamamento é criar uma oportunidade para que tanto fabricantes quanto passageiros e gestores do transporte público conheçam o funcionamento, dentro da realidade da região metropolitana de Cuiabá.

As empresas interessadas poderão manifestar seu interesse junto à Sinfra-MT, apresentando os documentos exigidos para firmar um termo de cooperação. O chamamento público tem um prazo de seis meses, podendo ser prorrogado por igual período. Não há limites para o número de participantes. Todas as propostas que atenderem às exigências do edital serão aceitas.

O secretário adjunto de Obras Especiais da Sinfra-MT, Isaac Nascimento Filho, lembra que a implantação do BRT tem o objetivo de diminuir o tempo de deslocamento dos passageiros, mas também vai reduzir os gases poluentes no meio ambiente, com uma frota elétrica.

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“São veículos com piso baixo, o que reduz o tempo de embarque e facilita o acesso para pessoas com mobilidade reduzida. Têm motor elétrico, ou seja, não emitem poluentes e geram menos ruído”, afirma.

Os veículos que participarem da demonstração irão circular por um período entre 30 e 60 dias. Os ônibus irão operar na linha intermunicipal 024, que liga o Terminal André Maggi, em Várzea Grande, até o Shopping Pantanal, em Cuiabá. A proposta é que um ônibus da linha seja substituído temporariamente por um veículo elétrico da empresa que participar. Esses veículos serão identificados de forma diferente dos outros que operam a linha 024.

O secretário adjunto de Planejamento Metropolitano, Rafael Detoni, explica que essa linha foi escolhida por já fazer um trajeto idêntico ao que está previsto no BRT.

Os veículos de demonstração serão homologados junto à Agência Estado de Regulação dos Serviços Públicos (Ager-MT), que vai certificar, entre outras coisas, a instalação dos equipamentos do sistema de bilhetagem eletrônica e de monitoramento da frota, obrigatórios pelo contrato de concessão.

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A instalação desses equipamentos será de responsabilidade das empresas proponentes, que também deverão treinar motoristas e outros profissionais necessários à operação.

A empresa proponente e a concessionária dos transporte intermunicipal deverão emitir relatórios diários a Sinfra-MT, contendo informações operacionais do dia anterior, como hora de início e fim da operação, número de viagens, consumo total de energia, consumo médio de energia por viagem, número de passageiros transportados, tempo de recarga e abastecimento e demais dados da telemetria fornecidos pelo veículo.

Serão admitidos veículos com motores elétricos cuja fonte de energia seja por banco de baterias recarregáveis, ou por sistema de conversão do hidrogênio em eletricidade. Propostas com outras tecnologias ou infraestrutura adicional, serão analisadas pela Sinfra para verificar a viabilidade.

Veja o Edital no Diário Oficial do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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