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Câmara aprova requerimento, projetos e pareceres da CCJR na sessão desta terça

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A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou nesta terça-feira (31.10), durante sessão ordinária, requerimento, Projetos de Lei e pareceres da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Além da derrubada de um veto do Executivo.
Na Tribuna Livre, a servidora pública, Adriana dos Santos Rossi, debateu sobre a saúde e educação de crianças em Home Care. A segunda oportunidade foi utilizada pela Coordenadora do Movimento Nacional de Pessoas em Situação de Rua, Rubia Cristina de Jesus, que tratou sobre a necessidade de instalação de bebedouros de água em pontos da cidade, pensando nas pessoas em situação de rua e o calor excessivo.
Requerimento
– Vereador Mário Nadaf (PV): Requer audiência pública visando debater o redimensionamento escolar dos alunos da EMEB Senador Darcy Ribeiro do bairro Jardim Industriário (aprovado com 17 votos)
Veto
Executivo: Veto total ao PL de autoria do vereador Sargento Vidal que: autoriza a circulção de veículo particular transportando pessoas com transtorno do espectro autista nas faixas exclusivas de ônibus (veto derrubado com 20 votos)
Primeira votação
– Executivo Municipal: PL que dispõe sobre a concessão de auxílio-aluguel às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar no município de Cuiabá e dá outras providência (aprovado com 17 votos)
– Emenda Maysa Leão (Republicanos): “Acrescenta e modifica dispositivo ao PL Nº184/2023, que dispõe sobre a concessão de auxílio-aluguel às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar” (aprovado com 16 votos)
Segunda votação
– Vereador Jeferson Siqueira (PSD): Proposta de Emenda à Lei Orgânica para majorar o valor das emendas individuais impositivas ao orçamento (aprovado com 21 votos)
– Dilemário Alencar (Podemos): PL sobre a obrigatoriedade de afixação de cartaz com informações que ajudem na conscientização sobre o impacto negativo dos resíduos do cigarros (aprovado com 19 votos)
Parecer da CCJR 
– Vereador Luis Cláudio (PP): Da denominação de Avenida das Palmeiras, à atual Avenida Asa Branca, com início no cruzamento da Avenida Edna Affi (Avenida das Torres), seguindo entre os loteamentos Recanto dos Pássaros, Jardim Universitário e Jardim Imperial por toda sua extensão (aprovado com 20 votos)
– Executivo: Dispõe sobre a concessão de direito real de uso do bem público municipal e dá outras providências (aprovado com 18 votos)
Projeto de Decreto Legislativo
– Vereador Chico 2000 (PL): Concede título de Cidadão Cuiabano ao vereador Demilson Nogueira (aprovado em regime de urgência com 22 votos)
Está sessão pode ser acompanhada pelo canal da Câmara no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=TBlPQNM7BtA
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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