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Governo de MT e CRM criam estratégia para agilizar pagamentos pelos serviços prestados por empresas nos Hospitais Regionais

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e a Controladoria Geral do Estado (CGE) criaram estratégia, em conjunto com a Auditoria-Geral do Sistema Único de Saúde (Agsus) e o Conselho Regional de Medicina (CRM), que irá agilizar os pagamentos dos serviços prestados pelas empresas contratadas para atuar nos Hospitais Regionais.

A Secretaria de Saúde enfrentava divergências entre a prestação de contas entregues pelas empresas e os valores estabelecidos em contrato. E, por isso, a principal estratégia definida foi para que a SES efetue os pagamentos no prazo estipulado para aqueles serviços devidamente comprovados como prestados, e mantenha pendente o pagamento da parte que ainda depende de manifestação da empresa e análise pela pasta.

“Essa ação de convergência foi pleiteada pela SES e teve o objetivo de dar mais segurança na análise dos processos e fluxos de pagamento da pasta. É extremamente relevante o entendimento sobre as particularidades existentes na prestação dos serviços, sobretudo no interior do estado. Por isso, o diálogo e alinhamento entre as instituições foi muito benéfico”, disse o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

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Também ficou definido que na hipótese de multa por descumprimento de cláusula contratual, a aplicação deve se dar em competência futura ou pela execução da garantia contratual depositada pela contratada.

Durante o desenvolvimento do trabalho, o conselheiro do CRM, Giovani Mendes Ferreira, enfatizou que a parceria firmada demonstra o compromisso do Governo de Mato Grosso com uma saúde pública mais eficiente e acessível à população. “Foi uma oportunidade de, como médico, entender determinadas exigências que precisam ser cumpridas”, disse.

O controlador-geral do Estado, Paulo Farias, ressaltou que a consultoria integrada é uma forma de envolver todas as partes interessadas e chegar a um consenso que resulte na melhoria da prestação dos serviços à população. Por isso, devido à relevância social do assunto, a CGE propôs que o grupo de trabalho seja permanente.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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