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Sine-MT disponibiliza mais de 2,6 mil vagas de emprego nesta semana

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Auxiliar de confeiteiro, camareira de hotel, engenheiro civil e técnico em telefonia são algumas das oportunidades de emprego disponibilizadas nesta semana pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso (Setasc). Ao todo, estão disponíveis 2.602 oportunidades nos 34 postos de atendimento, instalados em 31 municípios de Mato Grosso.

Em Cuiabá e Várzea Grande são 417 novas oportunidades de colocação no mercado de trabalho. Entre elas estão 34 vagas para auxiliar de limpeza, 28 vagas para ajudante de obras, 23 vagas para auxiliar de logística, 19 vagas para pintor de obras, 15 vagas para vendedor interno, 14 vagas para eletricista de instalações, 14 vagas para promotor de vendas, 10 vagas para conferente de carga e descarga, nove vagas para motorista carreteiro, duas vagas para técnico de refrigeração (instalação), duas vagas para controlador de tráfego e uma vaga para supervisor administrativo.

Também estão sendo ofertadas 47 vagas para Pessoas com deficiência (PCD), nas áreas de operador de caixa, coletor de lixo, auxiliar de armazenamento, auxiliar de limpeza, ajudante de carga e descarga de mercadoria e atendente de lojas.

O município de Barra do Garças (516km de Cuiabá) conta com 399 vagas nesta semana. Dentre as oportunidades estão 60 vagas para desossador, 57 vagas para pedreiro, 40 vagas para repositor em supermercados, 29 vagas para ajudante de obras, 15 vagas para caixa em supermercado, 10 vagas para montador, cinco vagas para entregador de gás (ajudante de caminhão), quatro vagas para atendente de balcão, três vagas para garçom, duas vagas para técnico em telefonia e uma vaga para camareira de hotel. Somente para auxiliar de linha de produção são 100 vagas disponíveis.

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Em Sinop (476 km de Cuiabá), outras 266 vagas estão disponibilizadas. Entre as oportunidades estão12 vagas para auxiliar de estoque, 10 vagas para servente de pedreiro, 10 vagas para carpinteiro, sete vagas para zelador, sete vagas para vigilante, cinco vagas para operador de empilhadeira, quatro vagas para técnico em manutenção de equipamentos de informática, duas vagas para instalador de sistemas eletroeletrônicos de segurança, duas vagas para auxiliar financeiro, uma vaga para desenhista industrial gráfico (designer gráfico) e uma vaga para gerente comercial.

A unidade de Tangará da Serra (244 km de Cuiabá) contabilizou 191 postos de trabalho disponíveis no Sine-MT. Entre as oportunidades estão 31 vagas para operador de caixa, 25 vagas para atendente de lojas e mercados, 15 vagas para ajudante de açougueiro (comércio), 10 vagas para repositor em supermercados, 10 vagas para auxiliar de armazenamento, nove vagas para auxiliar de logística, quatro vagas para empregado doméstico nos serviços gerais, quatro vagas para auxiliar de confeiteiro, uma vaga para engenheiro civil, uma vaga para auxiliar administrativo e uma vaga para médico veterinário.

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As vagas ofertadas pela Rede Sine são diárias e a todo momento novas oportunidades são cadastradas.

Atendimento

Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital e Previdência Social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são oferecidas diariamente. Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento.

Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Sine no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping o horário de funcionamento vai de 10h às 18h.

Confira a relação das vagas de emprego em anexo.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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