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Relatório sobre fiscalização em escolas está em fase de produção, diz presidente da Câmara

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O presidente da Câmara de Cuiabá, Chico 2000 (PL), assegurou na sessão desta terça-feira (07.11) que o relatório da fiscalização em cinco escolas e no depósito da Secretaria Municipal de Educação (SME), visitada por ele e mais 10 vereadores no dia 30 de outubro, já está sendo elaborado e será encaminhado ao Poder Executivo, solicitando as devidas explicações.
“Eu disse aos vereadores que a Mesa Diretora estaria fechando o relatório e encaminhando para a Secretaria de Educação para que dessem as explicações necessárias e isso está sendo feito. Eu disse que cada vereador faria suas divulgações de acordo com as orientações dos seus assessores de imprensa. Quero reforçar que todos os 11 que entraram naquela van e fizeram o seu trabalho, não fizeram o trabalho como base nem como oposição, mas comprometido em identificar aquilo que efetivamente vem acontecendo nas escolas da rede municipal de ensino”.
Chico destacou ainda que, apesar de estar prevista a visita em 10 escolas da rede municipal, foram visitadas metade das escolas porque a presença das pessoas poderia atrapalhar o almoço das crianças, pois já eram quase 11h30.
“Percorremos as unidades de ensino possível e também no lixão da educação no Distrito Industrial. Alguns dizem que é depósito, mas para mim é lixão”.
Durante a fiscalização, os vereadores viram que havia falta de legumes na merenda escolar, equipamentos conservados ao relento, além da falta de ar condicionado nas salas de aulas, e outras irregularidades.
A iniciativa da fiscalização surpresa foi do presidente Chico 2000 (PL), que comunicou os vereadores na noite de domingo (29.10) sobre a ação na manhã do dia seguinte.
Além do presidente Chico, a ação contou com participação da vereadora Maysa Leão e Eduardo Magalhães (Republicanos), Demilson Nogueira e Luis Cláudio (PP), Sargento Vidal e Rogério Varanda (MDB), Sargento Joelson e Didimo Vovô (PSB), Felipe Corrêa (Cidadania), Dilemário Alencar (Podemos) e Michelly Alencar (União Brasil).
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
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Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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