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Taylor Swift adia show deste sábado por temperatura extrema no Rio

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A cantora norte-americana Taylor Swift decidiu adiar o show que faria no Estádio Olímpico Nilton Santos, popularmente conhecido como Engenhão, na noite deste sábado (18), no Rio de Janeiro. A justificativa da cantora foi a “temperatura extrema” registrada na cidade. A decisão foi comunicada pela artista em sua conta no Instagram.

Taylor afirmou ter escrito o comunicado já no camarim, dentro do estádio. “A decisão foi tomada para adiar o show desta noite devido a as temperaturas extremas no Rio [de Janeiro]”.

A cantora norte-americana emenda a declaração afirmando que a segurança e o bem-estar dos fãs, artistas e da equipe de apoio sempre estarão em primeiro lugar.

Nova data

A empresa Ticket For Fun, organizadora da turnê The Eras, de Taylor Swift, confirmou, em seu site oficial que o show deste sábado foi reagendado para a próxima segunda-feira (20). O comunicado diz ainda que todos os ingressos para a apresentação de hoje permanecerão válidos para a nova data. A empresa acrescentou que mais informações sobre os ingressos e políticas desse show serão divulgadas, em breve, no site da turnê: www.taylorswifttheerastour.com.br.

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A decisão da artista de adiar o show desta noite ocorre após a morte da estudante universitária brasileira Ana Clara Benevides Machado, de 23 anos, que começou a passar mal durante o show da cantora, na noite desta sexta-feira (17), no mesmo estádio. A causa da morte ainda é desconhecida.

Desde então, a morte de Ana Clara, que morava em Rondonópolis, no Mato Grosso, tem gerado comoção nas redes sociais e posicionamentos de autoridades sobre o caso que seguirá em investigação pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Fonte: EBC GERAL

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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