MATO GROSSO
Identificado motorista morto e tráfego na BR-163 entre Mutum-Posto Gil onde carretas bateram é liberado
MATO GROSSO
O tráfego na rodovia ficou mais de 5 horas bloqueado até ser feito trabalho pericial da Politec e as equipes de guinchos da concessionária retirarem as duas carretas que colidiram, por volta das 8:30h, entre Posto Gil e Nova Mutum e está normalizado. Toneladas de milho que estavam em uma carreta e uma grande peça especial, que estava na outra carreta, caíram na rodovia.
Só Notícias apurou, há pouco, com a Polícia Civil de Diamantino a identidade do carreteiro. É Weliton Alves Oliveira, 24 anos. Ele estava na carreta branca, placas de São Paulo. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal em Diamantino. Não foi confirmado para qual cidade será trasladado.
A concessionária que administra a rodovia informou que a carreta com milho trafegava sentido Cuiabá “e atingiu a carga especial transportada pela outra carreta que viajava sentido norte (Sinop)”. A cabine da carreta branca por pouco que parte dela não se desprendeu do chassi, com o violento impacto.
Longas filas se formaram nos dois sentidos da rodovia. A PRF informou que houve rotas como desvios. Uma, para quem seguia sentido Nortão, após Posto Gil seguindo sentido de Campo Novo do Parecis, andando 47 km e entrando na MT-010 e andando mais 53 km até a BR-163 em Nova Mutum.
Quem viaja sentido Cuiabá pode acessar a MT-249 trafegando 47 km e pela MT-010 tendo acesso até a BR-364 e Posto Gil.
Em instantes mais detalhes


Redação Só Notícias/Rosani Trindade (fotos: assessoria – atualizada 18:41h)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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