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Banda de escola estadual conquista 1º lugar em quatro categorias de concurso no RJ; “Experiência indescritível”, afirma aluna

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A banda da Escola Estadual André Avelino Ribeiro, em Cuiabá, ganhou 11 prêmios no 3º Concurso de Bandas e Fanfarras, realizado em Silva Jardim, no Rio de Janeiro. Os estudantes participaram da competição nos dias 25 a 26 de novembro, com ajuda do Governo do Estado, que custeou a viagem.

Na categoria Banda de Percussão Sinfônica, o corpo musical conquistou o 1º lugar na Linha de Frente (coletivo) e Balizador (individual); 2º lugar Comandante Mor (individual) e 3º lugar na Regência (individual) e no Corpo Musical (coletivo).

Já na categoria Banda Marcial, a banda ficou em 1º lugar na Linha de Frente (coletivo) e Balizador (individual), em 2º lugar na Regência (individual) e no Corpo Coreográfico (coletivo) e, em 3º lugar, no Comandante Mor (individual) e no Corpo Musical (coletivo).

A importância da conquista é definida como indescritível pela estudante Ana Clara, 18 anos, do 3º ano do ensino médio. “Não tenho palavras para definir o que sinto com essa vitória de 1º lugar na Linha de frente e, especialmente, com a viagem. A Seduc nos proporcionou mostrar a nossa qualidade musical e nos presenteou com uma experiência indescritível”, afirmou.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, essas premiações são fruto do trabalho árduo e do comprometimento dos estudantes, dos professores, coordenação pedagógica e da gestão escolar. “Tudo começa com o apoio irrestrito da Seduc, dos instrumentos musicais de qualidade e, sobretudo, do Projeto Educarte”.

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Através do aprendizado de instrumentos de percussão e sopro, os estudantes se dedicam à leitura de partituras, à técnica instrumental e à performance musical coletiva. “Além disso, o corpo coreográfico adiciona uma dimensão artística à banda, com movimentos sincronizados que complementam as sonoridades da percussão e dos instrumentos de sopro. Tudo isso contribui de forma impressionante no ensino-aprendizagem, na cultura de paz na escola e no desenvolvimento sociais dos estudantes”.

Ele disse que as conquistas da Banda da Escola Estadual André Avelino mostram a importância de incentivar a participação dos estudantes em eventos que contribuem para o desenvolvimento artístico e cultural dos jovens. “As ações artísticas-pedagógicas desenvolvidas nas escolas da rede fazem parte das políticas do Plano Educação 10 anos. Através do Projeto Educarte, fomenta o ensino e a aprendizagem de música nas escolas, em especial de bandas e fanfarras”.

O Educarte se modela na valorização da estética, da sensibilidade, da cultura e dos valores artísticos pertinentes ao capital cultural dos estudantes. Isso proporciona um ambiente escolar acolhedor e um forte sentimento de pertencimento a todos os atores envolvidos na educação. Já são 105 unidades escolares em plena atividade artístico-pedagógica em Projeto Educarte e, com isso, a Seduc reforça o compromisso de incentivar e apoiar a prática musical nas escolas, valorizando o talento e a dedicação dos jovens músicos de Mato Grosso.

Na avaliação do regente da banda, professor Lueder Bruno, o resultado é um exemplo de como a música e o trabalho em equipe podem transformar vidas e proporcionar oportunidades de crescimento e reconhecimento.

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“Parabéns, primeiramente, ao governador Mauro Mendes e ao secretário de Educação, Alan Porto, por acreditarem e investirem tanto nos nossos estudantes. Parabéns à banda por essa conquista notável e por representar tão bem Mato Grosso. Que essa vitória seja apenas o começo de uma trajetória de sucesso e realizações para esses talentosos estudantes”, disse.

A viagem à cidade de Silva Jardim teve o apoio da Seduc, com logística e recurso financeiro para que representasse a Rede Estadual de Ensino no evento nacional. Na avaliação do coordenador do Projeto Educarte, professor Alex Teixeira, é apenas o começo de muito mais conquistas. “A Seduc está entregando novos instrumentos às escolas que vão contribuir com abertura de mais vagas nas bandas e deixa-las mais equipadas para o 1º Festival de Bandas e Fanfarras que a Seduc está planejando para acontecer em 2024”, revelou.

Em setembro, a banda da ‘André Avelino’ foi campeã da 7ª Copa Centro-Oeste de Bandas e Fanfarras, em Sorriso, distante 369 quilômetros ao norte de Cuiabá, conquistando vários troféus: 1º lugar Corpo Musical de banda marcial, 1º lugar Corpo Musical de Grupo de Percussão Sinfônico, 2º lugar de Regência, 3º lugar de Corpo Coreográfico, 2º lugar de Baliza e o 3° lugar de Comandante Mór.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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