MATO GROSSO
Blitz da Lei Seca em Cuiabá prende 17 motoristas e apreende 41 veículos neste sábado (2)
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Dezessete motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a operação Lei Seca, que ocorreu simultaneamente em duas avenidas de Cuiabá, na madrugada deste sábado (02.12). A fiscalização é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT).
Na ação realizada na avenida Tenente Coronel Duarte, no bairro Dom Aquino, sete motoristas foram presos por embriaguez ao volante e um por uso de documento falso. Também foram confeccionados 41 autos de infração de trânsito e realizados 61 testes de alcoolemia. Dos 61 veículos abordados, 27 foram autuados e 25 removidos (18 carros e 7 motocicletas).

Já na Avenida Manoel José de Arruda, no bairro Novo Terceiro, foram 10 prisões por embriaguez ao volante e uma em decorrência de mandado de prisão em aberto. Neste ponto, 37 multas foram aplicadas e 86 pessoas passaram pelo teste do bafômetro. Os agentes também abordaram 84 veículos, autuaram 28 e removeram 16 (15 carros e uma moto).

Entre as infrações cometidas pelos condutores, as principais são por conduzir veículo sob efeito de álcool, recusa de teste de alcoolemia, dirigir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e conduzir veículo sem registro ou não licenciado.
A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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