MATO GROSSO
Governo de MT lamenta morte de procurador de Justiça
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento do procurador de Justiça Roosevelt Pereira Cursine, ocorrido na madrugada desta segunda-feira (04.12). Ele tinha 66 anos e faleceu em decorrência de problemas de saúde.
“Eu e minha esposa Virginia nos solidarizamos com a família e amigos do procurador Roosevelt, que, ao longo de 31 anos, muito contribuiu para a Justiça em Mato Grosso. Pedimos que Deus dê forças e conforto aos corações enlutados”, manifestou o governador Mauro Mendes.
O governador em exercício, Otaviano Pivetta, também expressou pesar pela morte do procurador.
“Recebi com pesar a notícia do falecimento do procurador. Com toda certeza, sua atuação pela Justiça sempre será lembrada. Que Deus conforte o coração de toda a família”, lamentou.
Roosevelt Cursine atuava no Ministério Público de Mato Grosso desde 1992 e passou por diversas comarcas do interior de Mato Grosso e pela Capital.
O velório é realizado até às 15h, na Capela Jardins, em Cuiabá. O sepultamento será às 16h, no Cemitério Parque Bom Jesus, com saída da capela às 15h.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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