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Governo lança licitação para asfaltamento e construção de 22 pontes na MT-170

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) abriu licitação para o asfaltamento do quinto lote da MT-170/208/418, a antiga BR-174, e a construção de 22 pontes de concreto na rodovia. O investimento previsto nas duas obras é de R$ 255 milhões.

As pontes estão divididas em seis lotes, como forma de garantir maior competitividade entre as empresas interessadas em executar os serviços e maior agilidade nas obras. Os lotes têm valores entre R$ 12,4 milhões e R$ 19,8 milhões, sendo o valor total estimado em R$ 100,8 milhões.

Serão construídas 10 pontes com mais de 50 metros de extensão na rodovia, sendo que as maiores são sobre o Rio Canamã, com 122,6 metros, e Rio Vermelho, com 92 metros e sobre o Rio Tucunã, com 74 metros. O prazo para execução das pontes varia entre cada lote, sendo que o prazo máximo é de 360 dias a partir da assinatura da ordem de serviço.

A abertura das propostas será no dia 5 de janeiro de 2024. As empresas interessadas devem participar por meio do Sistema de Aquisições da Seplag-MT.

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Asfalto

Nesta quinta-feira (21.12) a Sinfra-MT também lançou o edital para contratar a empresa que fará as obras no lote 5 da rodovia, trecho conhecido como MT-418, que começa a partir da Passagem do Loreto em direção a Colniza.

Serão asfaltados 50,8 km da rodovia, com um investimento previsto em R$ 154,7 milhões. A abertura das propostas será no dia 20 de março de 2024, também por meio do Sistema de Aquisições da Seplag-MT.

Com isso, restará apenas a licitação do lote 4, que já está com o processo em andamento na Sinfra-MT.

“Asfaltar essa rodovia é uma das prioridades do Governo de Mato Grosso. Foi para atender essas cidades na região Noroeste que o governador Mauro Mendes buscou estadualizar a antiga BR-174, garantindo que Aripuanã, Colniza, Juruena e Castanheira sejam ligadas por asfalto”, afirma o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

Histórico

A estrada que liga Castanheira até Colniza, passando por Juruena e Aripuanã, foi federalizada em 2008, com a promessa de que o Governo Federal iria asfaltar o trecho. No entanto, a BR-174 ficou 14 anos sem receber obras, período em que foram registrados inúmeros atoleiros.

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Por causa disso, a atual gestão do Governo de Mato Grosso solicitou o retorno da rodovia para a administração estadual, como forma de atender a população de Colniza, Juruena e Castanheira, que precisam da rodovia para exercer o direito de ir e vir.
Em julho de 2022 o processo foi concluído e a Sinfra-MT voltou a ser responsável pelo trecho, e passou a trabalhar para adequar projetos antigos, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE).

As obras começaram em abril de 2023 e, no primeiro ano de obras, foram executados 81 km de asfalto nos quatro lotes já contratados. No total, a MT-170/208/418 tem 271,6 km, sendo 176,6 km já com obras.

Com a volta da via no Sistema Rodoviário Estadual, o trecho entre Castanheira e Juruena passou a ser chamado de MT-170. Já nos quilômetros que compreendem entre Juruena e o acesso para Aripuanã, de MT-208, enquanto entre Aripuanã e Colniza é denominada MT-206.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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