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Manchester City x Fluminense: onde assistir ao vivo, horário e escalações
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Veja também desfalques, arbitragem e mais sobre o jogo da final do Mundial de Clubes
Estreante na competição, o Fluminense chega com moral para a primeira disputa do Mundial de Clubes em sua história. Campeão da Conmebol Libertadores, o time de Fernando Diniz eliminou o Al Ahly, do Egito, na semifinal e gera interesse pelo futebol envolvente que exibe desde o ano passado. Resta à equipe a disputa de um jogo para encerrar a temporada que já é vencedora.
Na quarta colocação da Premier League, o Manchester City chegou ao Mundial vindo de tropeços recentes diante de Chelsea, Liverpool, Tottenham, Aston Villa e Crystal Palace. Mas o time de Pep Guardiola não passou dificuldade diante do Urawa Red Diamonds, vencendo por 3 a 0 o confronto nas semifinais, com gols de Hoibraten (contra), Kovacic e Bernardo Silva.
Em entrevista coletiva, o técnico Fernando Diniz não deu pistas da escalação. Mas não tem muito mistério. Com todos à disposição, a equipe já tem uma espinha dorsal e deve ser a mesma que venceu a Conmebol Libertadores e eliminou o Al Ahly na semifinal do Mundial de Clubes.
Escalação provável do Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Felipe Melo e Marcelo; André, Martinelli e Ganso; Arias, Keno e Cano.
Manchester City – técnico: Pep Guardiola
Sem poder contar com Haaland, De Bruyne e Doku, lesionados, o treinador mandou a campo diante dos japoneses basicamente o que tinha de melhor disponível, com a exceção do zagueiro Rúben Dias e do atacante Julián Álvarez. A expectativa é que os dois, entretanto, sejam titulares na final – o português faria a composição inicial da zaga com Stones, e o argentino seria a referência no ataque, com Foden voltando ao meio de campo. Assim, Matheus Nunes e Akanji perderiam suas vagas. O técnico ainda pode optar por Gvardiol no lado esquerdo da defesa, no lugar de Aké.
Provável escalação do Manchester City: Ederson, Walker, Stones, Rúben Dias e Aké (Gvardiol); Rodri, Kovacic e Foden; Bernardo Silva, Grealish e Julián Álvarez.
Arbitragem
- Árbitro: Szymon Marciniak (Polônia)
- Assistente 1: Tomasz Listkiewicz (Polônia)
- Assistente 2: Adam Kupsik (Polônia)
- Quarto árbitro: Jésus Valenzuela (Venezuela)
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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