MATO GROSSO
Animais silvestres ameaçados de extinção são resgatados pelo Corpo de Bombeiros Militar
MATO GROSSO
Eles receberam os devidos cuidados e foram encaminhados para locais adequados de acolhimento de animais silvestres.
Na terça-feira (26.12), a 13ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (CIBM), em Lucas do Rio Verde, foi acionada para realizar o resgate do cervo que estava no pátio de um armazém.
O cervo de aproximadamente 55 cm de altura e 50 kg conseguiu escapar das primeiras tentativas de captura.
Para auxiliar na operação, um médico veterinário do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) foi chamado ao local. Com o uso de um dardo tranquilizante, o cervo foi imobilizado e resgatado com segurança.
Após o resgate, o animal foi entregue ao CETAS de Lucas do Rio Verde para receber os cuidados adequados.![]()
Em Tangará da Serra, na segunda-feira (25.12), a 3ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (CIBM) capturou a arara-canindé em uma residência.
A ave tinha ficado presa em uma cerca por dois dias e não conseguia voar. Ela foi retirada do local com o uso de luvas, garantindo a segurança durante o resgate.
Posteriormente, a arara foi encaminhada à Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) para os cuidados veterinários necessários.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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