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Seduc-MT orienta estudantes da rede estadual sobre período de inscrições no Sisu

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Ao todo, 23 mil alunos de escolas estaduais fizeram o Enem em 2023 e podem participar da seleção

Os estudantes da rede estadual de ensino que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão submeter as notas das provas ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para acesso às instituições públicas de ensino superior no Brasil, entre os dias 22 e 25 de janeiro. O sistema executa a seleção dos estudantes com base na nota do exame e delibera a oferta das vagas por curso e modalidade de concorrência, de acordo com as escolhas dos candidatos inscritos.

Um desses alunos que fizeram o Enem no ano passado e que usarão a nota do Enem para tentar uma vaga pelo Sisu é Sarah Barros Lima, da Escola Estadual Elias Bento, de Canabrava do Norte. “Contei com a ajuda de um dos meus professores para fazer a inscrição no Enem e usamos chromebooks da escola”, afirmou, se referindo aos equipamentos eletrônicos entregues pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) para os estudantes da rede pública.

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Ela disse que pretende conseguir vaga para cursar farmácia ou enfermagem.

Para Marcos Vinicius Machado, da Escola Estadual La Salle, de Rondonópolis, as notas do Enem têm relação com os materiais de qualidade.

“Os computadores e a internet para os estudantes contribuiu com os nossos estudos, dentro e fora da escola”, pontuou.

A secretária adjunta de Gestão Educacional da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), Nadine Moreira, destacou o apoio ofertado através de ações, como o Pré-Enem Digit@l, e reforçou a participação dos estudantes no processo de acesso às instituições de ensino superior.

“Esse é um momento muito importante para todos os estudantes da nossa rede que participaram do Enem e que agora vão poder participar desse seletivo. É gratificante ver o resultado do nosso trabalho chegando às salas de aula, através de equipamentos tecnológicos, de materiais do ensino estruturado e formações dos nossos profissionais”, destacou.

Calendário

Depois da inscrição no Sisu entre os dias 22 e 25 deste mês, os estudantes devem aguardar a divulgação do resultado no dia 30. Os selecionados devem fazer a matrícula do dia 1º ao dia 7 de fevereiro de 2024.

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Já os estudantes que tiverem interesse em permanecer na fila de espera dos cursos deverão manifestar interesse entre os dias 30 de janeiro e 7 de fevereiro. O resultado da lista de espera será divulgado pelas próprias instituições de ensino selecionadas pelo estudante.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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