MATO GROSSO
Moradores afirmam que asfalto na Estrada da Ponte de Ferro vai ajudar no turismo da região do Coxipó
MATO GROSSO
“Para nós que moramos aqui é uma obra muito aguardada. Estamos muito felizes que esta rodovia está sendo asfaltada porque será um benefício não só para nós, da zona rural, mas também para toda Cuiabá e região. Será muito bom para um dos pontos turísticos daqui, como o Rio Coxipó”, disse Lucinete da Cruz, que mora na região há 13 anos.

Créditos: Christiano Antonucci
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) asfalta 4,36 km da rodovia, entre o bairro Doutor Fábio e a ponte sobre o Rio Coxipó, com investimento superior a R$ 8,2 milhões. A obra tem previsão de conclusão em 2024.
“Estamos na parte de terraplanagem, que são os cortes e os aterros. Estamos cortando e trazendo o material para fazer a compensação do greide. Nesse momento, fazemos a limpeza da faixa de domínio”, explicou a secretária-adjunta de Obras Rodoviárias da Sinfra, Nivea Calzolari.
Chacareiro há 13 anos, Alcides dos Santos destacou que o asfalto novo na Estrada Ponte de Ferro será importante para o desenvolvimento local.
“Esse asfaltamento vai melhorar muito nossa região. Onde o asfalto chega, traz consigo o desenvolvimento. É bom para todo mundo, não só para os moradores, mas também para quem mora na cidade e quer passar o fim de semana em um refúgio, como os balneários da região”, afirmou.

*Com supervisão de José Lucas Salvani
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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