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Governo de Mato Grosso mantém a meta de ampliar o número de alfabetizados até 2025

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O Governo de Mato Grosso mantém a meta de redução do analfabetismo no Estado para menos de 4% até o ano de 2025, índice recomendado como aceitável pela Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Esse compromisso está firmado na Meta 9 do Plano Estadual de Educação (LEI Nº 11.422).

Segundo o IBGE, em 2019 Mato Grosso tinha cerca de 179 mil pessoas não alfabetizadas com idade acima de 15 anos. Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, desde que o governador Mauro Mendes assumiu a gestão, em 2019, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) tem feito esforços para reduzir os índices de analfabetismo, implementando políticas públicas para a alfabetização, tanto na idade certa, como para jovens e adultos.

Na alfabetização de jovens e adultos, o projeto Mais MT Muxirum já alfabetizou 52 mil pessoas, o equivalente a 29% das 179 mil pessoas apontadas pelo IBGE. “São mato-grossenses que já conseguem ler e escrever, graças ao esforço dos coordenadores e alfabetizadores do Muxirum que atuam em mais de 127 municípios que aderiram ao programa. Para 2024, a perspectiva da Seduc é inscrever 18.516 pessoas no programa”, destaca Alan.

Alan Porto ressalta que a meta é acelerar a diminuição do analfabetismo. “Por isso, estamos trabalhando para ampliar o Muxirum para todos os 142 municípios e já convocamos os prefeitos para que façam esta adesão”.

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De acordo com ele, a Seduc está ampliando o número de alfabetizados e, ao mesmo tempo, aprimorando a sua a atuação no cumprimento das metas por meio do Mais MT Muxirum. “Os investimentos até 2023 somaram R$ 31,3 milhões. Para 2024, os recursos garantidos somam R$ 16,4 milhões”.

Ele observa que o Muxirum é uma das ações da Política Educação de Jovens e Adultos – EJA, uma das 30 políticas educacionais do Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a Rede Estadual de Ensino entre as redes públicas mais bem avaliadas no país até 2032.

Dona Maria de Lourdes foi uma das pessoas alfabetizadas pelo Muxirum em 2023 Foto: Seduc-MT

“Além do Muxirum, nessa política temos oferta de EJA em todo o Estado, o Exame Certificador EJA, material didático exclusivo, articulação de formadores nos municípios, e EJA para pessoas privadas de liberdade e para imigrantes”, acrescentou Alan.

Muxirum 2024

Em ritmo acelerado para este ano, a Seduc já definiu o calendário de ações do Muxirum. Ainda em fevereiro, será publicado o edital para escolha dos novos coordenadores e professores. Em março começam as formações e oficinas pedagógicas, a busca ativa dos estudantes e a efetivação das matrículas. O início das aulas está previsto para o mês de abril.

Serão sete meses do curso que propõe o letramento de jovens e adultos, que por algum motivo tiveram que deixar os estudos na zona urbana ou rural. As aulas têm carga horária de 12 horas semanais, totalizando 384 horas anuais.

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O atendimento aos estudantes é flexibilizado e facilitado em relação ao local, podendo ser realizado em centros comunitários, igrejas ou escolas, que deverão ser escolhidos pela DRE de cada polo. As turmas são reduzidas, de 10 a 14 estudantes no máximo, para que tenham um desempenho melhor.

A indicação do coordenador local vai ocorrer por meio de parceria entre a Diretoria Regional de Educação (DRE) de cada polo e a Secretaria Municipal de Educação de cada cidade. No município onde não houver adesão da prefeitura ao Programa, o coordenador deverá ser indicado pela DRE de jurisdição.

Já a composição do quadro de alfabetizadores ficará sob a responsabilidade das secretarias municipais de educação, através do coordenador local do Muxirum, em parceria com as 14 diretorias regionais de educação da Seduc.

“Em 2024 teremos um número menor de inscritos no Muxirum, se comparado com o ano de 2023. Isso ocorre em razão do cumprimento das metas de redução do analfabetismo. A cada ano, de agora em diante, o número será cada vez menor, até chegarmos ao percentual inferior a 4% analfabetos entre a população mato-grossense”, finalizou o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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