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Deputado acredita que solução para o Portão do inferno deve ser apresentada dentro de 30 dias

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD), durante entrevista à TV Vila Real, disse acreditar que uma solução para conter os deslizamentos no Portão do Inferno, deverá ser apresentada em 30 dias, pelo engenheiro Wilson Conciani.

O projeto segundo o deputado já está sendo desenvolvido para apresentação ao governador Mauro Mendes (União).

De acordo com o deputado, várias alternativas estão sendo estudadas pela equipe, com a construção de um túnel emergindo como uma das principais opções. O túnel é a opção mais viável de momento.

“Wilson Conciani disse a mim que até em 30 dias vai apresentar qual vai ser a solução técnica. O que mais está adiantado é um túnel de 50 metros passando entre o atual pontilhão”, afirmou.

Caso seja aprovado, o projeto entrará no processo de licitação, e Wilson Santos alegou que não será uma obra fácil e nem rápida para ser concluída. Atualmente, a Sinfra realiza barreiras de contenções com telas no local. Várias vistorias já foram realizadas no local por técnicos e políticos.

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Durante o período de carnaval, visando não prejudicar as festividades em Chapada dos Guimarães, o governo estadual deixou a via liberada todos os dias.

Conforme noticiado pelo Diário Digital MT, moradores e empresários de Chapada reclamam do fechamento. O valor dos alimentos subiu na região, devido ao encarecimento do frete. Empresários reclamaram também que o fechamento da estrada como aconteceu em dezembro e janeiro, levou vários comerciantes a demitir funcionários por falta de movimento na cidade.

Até o momento, não foi registrado nenhum incidente grave na estrada e nem no trecho entre os km 42 e 48 que passam pelo trecho.

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TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem 

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.

O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.

Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.

Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.

A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.

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O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.

Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.

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