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Mato Grosso está entre os estados que menos receberão recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional

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Em encontro com deputados membros da Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso (FPA-MT) e entidades que compõem o Fórum Agro MT, o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, explanou toda a preocupação do Poder Executivo de Mato Grosso com a atual Reforma Tributária e os impactos que Mato Grosso sofrerá. Uma das grandes preocupações é o valor do repasse que será realizado pela União por meio do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR), classificada pelo titular da pasta como insuficiente para garantir os investimentos necessários para Mato Grosso.

De acordo com o secretário, que foi escolhido para representar os Estados na Comissão de Sistematização do Programa de Assessoramento Técnico de Implementação da Reforma da Tributação sobre o Consumo (PAT-RTC), do Ministério da Fazenda, o grupo terá 60 dias, contados a partir da reunião de instalação da Comissão, para concluir os trabalhos e apresentar os anteprojetos de lei para a regulamentação da Emenda Constitucional 132, que trata da reforma tributária.

“A Reforma Tributária penaliza Mato Grosso, que é um estado produtor, ao definir que a tributação ocorrerá somente na unidade federativa em que ocorrerá o consumo, e não onde ele foi produzido. Sabemos das obras estruturantes que o estado precisa para conseguir se desenvolver ainda mais e com os critérios atualmente adotados, Mato Grosso e o Centro-Oeste serão penalizados com um valor muito menor do que o necessário”, explicou Gallo.

O texto da Reforma Tributária estabelece que 70% dos recursos serão divididos com base nos coeficientes já usados no FPE (Fundo de Participação dos Estados), que privilegia aqueles com menor renda per capita. Os outros 30% serão repartidos com base na população. São esses critérios que prejudicam Mato Grosso, visto que o estado possui Produto Interno Bruto (PIB) relativamente alto, e uma população pequena em comparação a outros estados.

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Com base nesse modelo, Bahia, São Paulo e Minas Gerais ficam com as maiores fatias do FDR, enquanto Mato Grosso, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul ficam com as menores. De acordo com levantamento apresentado pela equipe da Secretaria de Fazenda, Mato Grosso ficaria com apenas R$ 1,158 bilhão dos R$ 60 bilhões a serem distribuídos, enquanto Bahia receberia R$ 4,680 bilhões e São Paulo R$ 4,328 bilhões.

Para exemplificar a desigualdade, a Sefaz comparou quanto tempo Mato Grosso levaria para pavimentar completamente sua malha viária. Atualmente, são mais de 21 mil quilômetros sem pavimentação e, com o valor do repasse do FDR de 1,1 bilhão, seriam necessários quase 32 anos para alcançar a universalização da malha. Em comparação, o Acre, que possui apenas 252 quilômetros de estradas não pavimentadas, levaria apenas dois meses para concluir, já que o repasse do fundo para o estado seria de 1,7 bilhão.

“Os critérios definidos não atendem o Centro-Oeste do país. Precisamos mudar os critérios para acabar com a desigualdade, principalmente em nossa região, que foi completamente alijada na participação deste Fundo. Na minha opinião é irrisório o recurso destinado para Mato Grosso. Trata-se de um recurso essencial, visto que esse Fundo será um mecanismo de atratividade quando nós não tivermos mais o ICMS, e os programas de benefícios fiscais, pois será com ele que conseguiremos atrair novas indústrias e investimentos para desenvolver nosso Estado”, ponderou.

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O coordenador geral da FPA-MT, Dilmar Dal Bosco, alertou que a situação é preocupante e que a queda na arrecadação com a Reforma Tributária trará consequências não só para o setor produtivo. “Já vimos levantamento que aponta queda na arrecadação de algo em torno de R$ 100 bilhões ao longo de 40 anos com a Reforma Tributária. Isso é preocupante, visto que nosso estado necessita de muitas obras estruturantes para seguir pujante e em franco desenvolvimento”, pontuou.

O presidente do Fórum Agro MT, Itamar Canossa, reforçou a importância do setor produtivo para a economia do estado e espera que o segmento receba o merecido reconhecimento. “Somos os maiores produtores de soja, milho e algodão e temos o maior rebanho bovino do país. Não temos capacidade para consumir tudo que produzimos e boa parte vai para outros estados e países. Com a Reforma Tributária, a cobrança irá para o local de consumo e Mato Grosso perderá muito com isso. Precisamos equilibrar essa equação”, justificou.

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Promoção “O Máximo em Jogo”, de TNT Energy, leva consumidores brasileiros para um jogo da NBA nos Estados Unidos

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TNT Energy, marca de bebidas energéticas do Grupo Petrópolis, anuncia a promoção “O Máximo em Jogo”, que vai levar consumidores brasileiros para uma experiência especial: viajar com um acompanhante para assistir a um jogo da NBA nos Estados Unidos.

A iniciativa segue a mecânica “compre, cadastre e concorra”. Ao todo, três participantes no Brasil serão sorteados para acompanhar ao vivo uma partida da temporada regular da principal liga profissional de basquete do mundo, reforçando a conexão da marca com os fãs do esporte e do estilo de vida que os cerca.

Além da experiência internacional, a promoção inclui centenas de prêmios instantâneos. Para participar, basta comprar produtos TNT (energéticos ou bebidas esportivas) e cadastrar o cupom fiscal no site oficial da promoção. A cada unidade comprada, o consumidor recebe um número da sorte. As chances de ganhar podem ser ainda maiores: na compra de latas de 473 ml da linha de sabores — exceto as versões Original e Original Zero — e de TNT Sport Drink, os números da sorte são dobrados.

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Ao longo da promoção, os participantes podem acumular números da sorte para concorrer aos sorteios das viagens, enquanto os prêmios instantâneos podem ser revelados a cada novo cadastro.

A campanha é válida em todo o território nacional até 31 de agosto de 2026. É importante guardar todos os cupons fiscais, pois eles podem ser exigidos no momento da entrega do prêmio. Mais informações e o regulamento completo estão disponíveis em www.promocaotnt.com.br.

 

SOBRE O TNT ENERGY DRINK – Lançado em 2009, TNT Energy Drink é a marca de energéticos do Grupo Petrópolis e está presente em 20 estados brasileiros. Unindo energia, sabor e funcionalidade, aposta em inovação para atender diferentes perfis de consumidores e conta com um portfólio diversificado com 11 opções de sabores como o Original, Original Zero, Tangerina, Maçã Verde e Pêssego. A linha Focus é enriquecida com colina, ideal para auxiliar no foco e na concentração, disponível nos sabores Focus Fantasy, Pink Lemonade e Focus Berry. Já a linha Juice, conta com os sabores Mango Summer e Tropical Vibes.

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SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS - O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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