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Dono de sorveteria amplia negócio com apoio de crédito da Desenvolve MT e gera empregos

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Com apoio do Governo de Mato Grosso, João Vitor Mendes está conseguindo ampliar sua sorveteria, a Vila do Sorvete, no Bairro Cidade Alta, em Cuiabá, e o negócio que antes contava somente com mão de obra familiar já possui funcionários. A expansão foi possível após o proprietário acessar as linhas de crédito da Desenvolve MT para investir no estabelecimento.


Irani Martins foi contratada para trabalhar como atendente na sorveteria – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

Uma das duas funcionárias contratadas é Irani Martins, que é mãe de quatro filhos e estava há um ano desempregada.

“É bom demais trabalhar de carteira assinada. A gente tem uma garantia, sabe que pode comprar alguma coisa e que vai ter dinheiro para pagar”, afirmou Irani, que é atendente na sorveteria.
Empresário planeja contratar mais funcionários – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

De olho na expansão dos negócios, João Vitor contou que já planeja contratar uma terceira pessoa para ajudar nas atividades.

“Comecei sozinho, trabalhando com a família, e, graças ao projeto do Governo do Estado, já tenho funcionárias, com previsão de contratar mais uma nos próximos meses”, contou o empresário, que é um dos mais de 2.670 pequenos empresários beneficiados com os financiamentos. O valor em créditos liberados em 2023 passou de R$ 31,9 milhões.

Os empregos gerados na sorveteria de João Vitor fazem parte das estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, que colocam Mato Grosso como 2º Estado do país que mais gerou empregos com carteira assinada em 2023.

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Foram 40.726 novos postos de trabalho no ano passado, impulsionados pelos programas de incentivo ao desenvolvimento econômico do Estado e realização de obras de infraestrutura.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, afirmou que Mato Grosso é o Estado que mais investe em obras públicas no Brasil. “Passou de 15% e já estamos em quase 20% em 2023 de investimentos da sua Receita Corrente Líquida. Já são quase 4 mil km de asfalto, seis hospitais regionais sendo construídos, escolas, e tudo isso demanda um volume de mão de obra muito grande”, explicou.

Cícero Panã de Souza passou meses desempregado e agora está trabalhando como armador em uma obra do Governo do Estado, em Cuiabá.

“Só tenho a agradecer a Deus, em primeiro lugar, e as obras do Estado que eu consegui uma vaga, o salário é bom e a família fica contente porque a gente está empregado”, disse.

Linhas de crédito disponíveis

A Desenvolve MT oferece quatro linhas de crédito com 10 modalidades para atender o empreendedor mato-grossense. Sendo elas:

Desenvolve Empresarial possui duas modalidades: Invest Mix e Invest Financiamento. O Invest Mix tem objetivo de financiar projetos de investimento associado a capital de giro e a modalidade Invest Financiamento de projetos de investimento que envolvam ampliação e modernização de empreendimentos dos setores de indústria, comércio e serviços.

O valor financiado na linha é de até R$ 1,5 milhão, Com prazo para pagamento de até 120 meses com taxas de juros de até 1,20 ao mês com bônus de adimplência de 30% para pagamento em dia.

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Desenvolve Empreendedor tem duas modalidades Mulher e Jovem Empreendedor. Crédito facilitado para estimular o empreendedorismo. Disponível para mulheres de todas as idades e jovens entre 18 a 29 anos que esteja começando um negócio. O valor a ser financiado é de até 15 mil, com taxa de juros de 0,37% ao mês.

Desenvolve Transporte disponibiliza crédito para aquisição de motocicletas, veículos, táxi, vans, micro-ônibus e financiamento de kit conversor de Gás Natural – GNV. Modalidades: Motocicleta, Veículos, Táxi e Kit Gás.

Desenvolve Turismo: Crédito para quem estimula o empreendedorismo em Mato Grosso. Financiamento de obra civil, máquinas e equipamentos e bens vinculados a projetos que envolvam implantação/ ampliação/ modernização com capital de giro associado. E também financiamento de veículos para empresas do trade turístico. Modalidades: Turismo Empresarial e Turismo Transporte.

As linhas de crédito da Desenvolve MT são destinadas para MEI e Micro e Pequena Empresa. O crédito a partir de 15 mil até 1,5 milhão, depende linha de crédito escolhida e porte da empresa. Prazo de pagamento até 120 meses, prazo de carência de até 24 meses e taxa de juros a partir de 0,37% ao mês. Todas as linhas de crédito possuem bônus de adimplência de 30% para pagamento em dia.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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