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Governador lança programa para estudantes terminarem ensino médio “já qualificados para o mercado”

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O governador Mauro Mendes lançou, nesta sexta-feira (08.05), o novo Programa de Educação para o Comércio (Educ), em parceria com o Senac, Fecomércio e Sesc.

O lançamento ocorreu durante a entrega da reforma da Escola Estadual Dione Augusta Silva Souza, no bairro CPA IV, em Cuiabá. Um investimento de R$ 4,7 milhões do Governo do Estado.

Mauro Mendes afirmou que o programa vai garantir a qualificação profissional dos estudantes antes mesmo de saírem do Ensino Médio.

“Além de entregar a requalificação deste ambiente escolar para mais de 1.300 alunos, com uma série de melhorias de infraestrutura e tecnologia, estamos celebrando essa parceria que vai garantir a qualificação dos jovens. Os estudantes poderão ter, além do ensino médio regular, trilhas de capacitação voltadas para o setor comercial. Vão terminar o segundo grau qualificados para o mercado de trabalho”, destacou o governador.

Ao todo, serão ofertadas 60 turmas que capacitarão 600 estudantes em cinco escolas estaduais – três delas em Cuiabá e duas em Várzea Grande. A carga horária total é de 1.200 horas, que serão divididas em 400 horas anuais ao longo do Ensino Médio.

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Entre os cursos profissionalizantes ofertados estão design, gestão de negócios, elaboração de aplicativos e criação de games.

O governador enfatizou que os investimentos realizados pelo Governo do Estado na educação buscam garantir bons resultados para a sociedade mato-grossense no futuro.

“O governo tem investido fortemente em alguns pilares importantes da educação para que no médio e longo prazo possamos colher bons resultados. Hoje, a infraestrutura passa por uma grande requalificação no Estado inteiro. Estamos construindo escolas com um excelente padrão de qualidade, recuperando aquelas que há muitos anos, talvez muitas décadas, não tinham um padrão de qualidade adequado”, concluiu.

Também estiveram no evento: o senador Wellington Fagundes; os deputados federais Abílio Brunini e coronel Fernanda; o deputado estadual Carlos Avalone; os vereadores por Cuiabá Dilemário Alencar e Felipe Corrêa; os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), Alan Porto (Seduc), César Roveri (Segurança) e Basílio Bezerra (Seplag); o presidente do Intermat, Francisco Serafim; e o presidente da Fecomércio, Wenceslau de Souza Júnior.

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Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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