ESPORTES
Qual o tamanho do fantasma? Veja como foram os jogos do Flamengo acima dos 2.500 metros de altitude
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Qual o retrospecto rubro-negro atuando em locais sempre temidos pelos brasileiros? Checamos!
Jorge Wilstermann 1 x 2 Flamengo
A primeira vez na altitude não deu para assustar. No dia 13 de outubro de 1981, nos 2.560 metros de Cochabamba, na Bolívia, o Flamengo venceu o Jorge Wilstermann por 2 a 1 no estádio Félix Capriles, pela segunda fase da Libertadores. Aquele timaço de Zico e companhia não repetiu as atuações de gala tão comuns daquela época no nível do mar. “Sem exibir um futebol de alta qualidade”, citou a crônica do jornal O Globo do dia seguinte, “mas o suficiente para impôr sua maior categoria durante toda a partida”. O Rubro-Negro usou a estratégia de ficar com a bola e ganhou com gols de bola parada: Baroninho abriu o placar cobrando falta, e Adílio fez o segundo de cabeça após escanteio.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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