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Ação integrada da PM e PRF prende motorista por embriaguez ao volante e direção perigosa

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Uma ação integrada entre policiais militares do 13º Batalhão e a  Polícia Rodoviária Federal prendeu, na noite desta segunda-feira (01.04), um homem por embriaguez ao volante, direção perigosa e tentativa de homicídio, no município de Lucas do Rio Verde (333 km de Cuiabá). 

Conforme o boletim de ocorrência, por volta das 19h40, os agentes federais acionaram os militares para dar apoio durante uma perseguição policial a um motorista de um veículo Toyota Corola branco, em um trecho da BR-163, próximo a Lucas do Rio Verde.

Após a denúncia, os militares saíram em busca pela região e identificaram o suspeito em alta velocidade na contramão das vias, próximo ao viaduto da Avenida Mato Grosso, cruzando semáforos fechados e saltando em canteiros. 

O motorista bateu com o carro em um outro veículo que estava parado e ainda assim continuou em alta velocidade. Durante o trajeto, o carro ficou com três pneus furados devido os impactos e parou apenas na Avenida Rio Grande do Sul, região central do município. 

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No momento em que os militares fariam a abordagem, o condutor arrancou com carro no intuito de atropelar um policial militar. O carro do suspeito atingiu a porta lateral da viatura. 

Os policiais efetuaram disparos de arma de fogo para impedir uma nova fuga, mas sem êxito. Após nova perseguição, o suspeito parou com veículo e foi detido. Ele estava completamente embriagado, não conseguindo ficar de pé.

Durante busca veicular, os policiais encontraram duas latas de cerveja vazias e outras seis fechadas. O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis. 

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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