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Gaeco de MT cumpre 10 ordens judiciais em apoio à operação do Amapá contra organização criminosa responsável por golpes por aplicativo de mensagens

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou nesta quarta-feira (17), a Operação Catifish, em apoio ao Gaeco do Ministério Público do Estado do Amapá. Dez mandados de prisão e busca e apreensão foram expedidos para cumprimento em Cuiabá.

Segundo o Gaeco, os alvos da operação são investigados por crimes de organização criminosa e estelionato . Os golpes financeiros eram aplicados de forma virtual por meio de aplicativos de mensagens. O grupo se passava por familiares ou amigos das vítimas e solicitava transferências emergenciais de valores, que eram distribuídos em diversas contas e, até mesmo, sacados em espécie.

No total, já foram cumpridos 04 mandados de prisão e 5 mandados de busca e apreensão. Foram apreendidos aparelhos e chips de celulares, um simulacro de arma de fogo, entorpecentes, dinheiro em espécie, cujo flagrante será realizado pela Delegacia de Estelionato. Os mandados judiciais foram expedidos pelo Juízo Criminal de Macapá, tendo em vista que o procedimento investigatório criminal foi instaurado em Macapá para apurar o fato praticado contra uma vítima, que transferiu os valores aos criminosos, acreditando estar repassando a familiares.

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A operação contou com a participação de 70 agentes de segurança. As ações foram conduzidas pelos Gaecos de Mato Grosso e Amapá, Delegacia Especializada de Estelionato da Polícia Judiciária Civil de MT, Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam/MT) e Força Tática do Comando Regional 1.

O termo “Catfish” é utilizado no ambiente virtual e se refere à pessoa que cria perfis falsos para enganar suas vítimas em redes sociais.

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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