MATO GROSSO
MTI participa de fórum sobre transformação digital em Brasília
MATO GROSSO
O fórum reuniu especialistas, gestores e profissionais do setor público em uma série de sessões esclarecedoras que discutiram desde temas como “Resiliência Cibernética” e “Como a IA Generativa pode ajudar a melhorar a prestação de serviços públicos”.
Entre os tópicos discutidos, a MTI, representada pelo diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC), Sócrates Farias, apresentou um caso de escalada na transformação digital e agilidade nos processos e projetos em Mato Grosso, destacando a busca por eficiência e modernização da Empresa no cenário mato-grossense.
A sessão conduzida pela MTI mostrou como a automação de fluxos de trabalho traz inovação em serviços, proporcionando uma melhor experiência ao cidadão. Ao adotar plataformas inteligentes, a MTI demonstrou seu compromisso em impulsionar a modernização do setor público, priorizando a simplicidade, segurança, velocidade e execução. Ainda, de acordo com Sócrates Farias, “a transformação digital não é apenas uma opção, mas uma necessidade para atender às demandas do cidadão”.
Além da MTI, outras instituições também compartilharam suas trajetórias de sucesso durante o evento, abrangendo desde a estratégia do Brasil para o Governo Digital, apresentada por Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação, até cases de empresas como Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE) e Dataprev.
O evento possibilitou uma troca de conhecimentos e também reforçou a importância da colaboração e da adoção de soluções inovadoras para impulsionar a transformação digital no setor público brasileiro.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa
O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.
Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.
“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.
O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.
“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.
Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.
Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.
“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.
Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.
“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.
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