MATO GROSSO
MTI participa de fórum sobre transformação digital em Brasília
MATO GROSSO
O fórum reuniu especialistas, gestores e profissionais do setor público em uma série de sessões esclarecedoras que discutiram desde temas como “Resiliência Cibernética” e “Como a IA Generativa pode ajudar a melhorar a prestação de serviços públicos”.
Entre os tópicos discutidos, a MTI, representada pelo diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC), Sócrates Farias, apresentou um caso de escalada na transformação digital e agilidade nos processos e projetos em Mato Grosso, destacando a busca por eficiência e modernização da Empresa no cenário mato-grossense.
A sessão conduzida pela MTI mostrou como a automação de fluxos de trabalho traz inovação em serviços, proporcionando uma melhor experiência ao cidadão. Ao adotar plataformas inteligentes, a MTI demonstrou seu compromisso em impulsionar a modernização do setor público, priorizando a simplicidade, segurança, velocidade e execução. Ainda, de acordo com Sócrates Farias, “a transformação digital não é apenas uma opção, mas uma necessidade para atender às demandas do cidadão”.
Além da MTI, outras instituições também compartilharam suas trajetórias de sucesso durante o evento, abrangendo desde a estratégia do Brasil para o Governo Digital, apresentada por Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e Inovação, até cases de empresas como Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE) e Dataprev.
O evento possibilitou uma troca de conhecimentos e também reforçou a importância da colaboração e da adoção de soluções inovadoras para impulsionar a transformação digital no setor público brasileiro.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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