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Gefron apreende cerca de 500 quilos de cloridrato de cocaína após queda de aeronave

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Dois criminosos envolvidos na queda da aeronave foram presos pela Polícia Civil nesta segunda-feira (22)

O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu, nesta terça-feira (23.04), aproximadamente 500 quilos de cloridrato de cocaína, na zona rural entre os municípios de Diamantino e Tangará da Serra.

As buscas ao entorpecente iniciaram após a queda de uma aeronave em uma plantação de milho na cidade de Tangará da Serra na manhã desta segunda-feira (22).

Como o avião estava sem os bancos traseiros, as forças policiais suspeitaram que ele teria sido usado para transportar droga e iniciaram diligências ininterruptas até localizarem o entorpecente nesta terça-feira.

Esta ação do Gefron, da Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), é parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, que faz o enfrentamento contínuo e integrado ao tráfico de drogas e outros crimes fronteiriços.

Também participaram da ocorrência a Polícia Federal, Polícia Militar, Exército Brasileiro e Agência Nacional de Inteligência (Abin).

Prisões

Dois criminosos envolvidos na queda da aeronave foram presos pela Polícia Civil nesta segunda-feira, depois que o proprietário da fazenda acionou a Polícia informando ter visto dois homens após a queda do avião. Ambos pediram ajuda para o gerente da propriedade rural, mas logo depois foram resgatados em uma caminhonete.

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Com as imagens dos suspeitos que estavam na aeronave e com informações sobre a caminhonete utilizada para deixar o local, os policiais iniciaram as diligências e se deslocaram para Campo Novo do Parecis, de onde seria o veículo utilizado na fuga.

Os policiais conseguiram cruzar com os suspeitos, dando início a uma perseguição policial. Apesar da tentativa de fuga, os policiais prenderam ambos criminosos e apreenderam três armas de fogo, carregadores e mais de 600 munições de diferentes calibres.

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MATO GROSSO

Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

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As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

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Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

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