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Número de estudantes de MT inscritos no programa Jovem Senador em 2024 é seis vezes maior que em 2023

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O programa Jovem Senador 2024, desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc) e o Senado Federal, despertou o interesse em 6.613 estudantes que se inscreveram e fizeram as redações para concorrer a uma vaga para representar o Estado. O número é seis vezes maior que no ano passado, quando 1.083 estudantes participaram.

Ao todo, segundo a Seduc, 24.570 estudantes da rede estadual de ensino foram impactados com essa iniciativa neste ano.

Com o tema ‘Os 200 Anos do Senado e os desafios para o futuro da democracia’, a ação envolveu 819 turmas de Ensino Médio e conta com adesão de 279 professores de 237 escolas distribuídas nas 14 Diretorias Regionais de Educação (DREs).

O processo de inscrição começou no dia 1º de fevereiro nas próprias escolas e agora vai para a etapa de seleção estadual. Os autores das melhores redações, um de cada unidade da federação, ganham uma viagem a Brasília, para participar da Semana de Vivência Legislativa, de 5 a 9 de agosto, simulando o papel de senadores e debatendo questões nacionais.

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Na avaliação do secretário de Estado de Educação, Alan Porto, de 2023 para 2024 a participação dos estudantes e de escolas teve um aumento significativo. “No ano passado foram 103 escolas com 1.083 estudantes produzindo redações. Um crescimento considerável que reflete, a cada edição do programa, o bom desempenho do ensino e da aprendizagem em língua portuguesa nas escolas da rede estadual”.

Segundo Alan, o programa do Senado que em Mato Grosso tem a parceria da Seduc tem se mostrado um caminho para estimular a participação dos jovens na política. Em 2023, por exemplo, vários projetos que tiveram origem em sugestões dos jovens senadores foram aprovados pelo Senado. Entre eles está o que estabelece diretrizes para a educação básica em tempo integral.

Essas aprovações demonstram o impacto direto que os jovens podem ter sobre a legislação nacional, incentivando novos participantes a contribuir com suas visões para o futuro do país. Ao se inscreverem, os estudantes não só têm a chance de vivenciar o processo legislativo, mas também de influenciar ativamente as políticas nacionais.

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Os vencedores e seus professores orientadores terão todas as despesas pagas para participar das simulações em Brasília.

A divulgação dos vencedores será feita até 21 de junho pela própria escola do estudante selecionado, em um evento-surpresa, estimulado pelo Senado em conjunto com a comunidade escolar.

No âmbito da Seduc, as ações relacionadas ao programa Jovem Senador são conduzidas pela Coordenação de Ensino Médio, que é ligada a Superintendência de Educação Básica (SUEB), da Secretaria-Adjunta de Gestão Educacional (SAGE).

Próximas etapas

Até 24/05/2024: Seleção da etapa estadual
Até 05/06/2024: Seleção da etapa Senado Federal
Até 21/06/2024: Anúncio dos vencedores de cada estado.
De 05 a 09?08/2024: Semana de Vivência Legislativa

Clique AQUI e saiba mais sobre o evento

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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