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Corpo de Bombeiros participa de desfile cívico de 48 anos de emancipação de Tangará da Serra

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) participou, ​nesta segunda-feira (13.05), do desfile cívico em alusão ao aniversário de 48 anos de emancipação de Tangará da Serra (252 km de Cuiabá).

O evento, que reuniu a comunidade local em uma celebração festiva, contou com a presença de diversas instituições e entidades que contribuem para o desenvolvimento e a segurança da cidade.

Durante o desfile, os militares da 3ª Companhia Independente Bombeiro Militar (3ª CIBM) apresentaram para a população os veículos administrativos e operacionais utilizados no desempenho das funções de resgates e salvamentos.

Além disso, os bombeiros fizeram a demonstração de montagem de uma escada estaiada, técnica utilizada em situações em que é necessário o uso de uma escada e não há um ponto de ancoragem convencional disponível.

O comandante da 3ª CIBM, capitão BM Caíque Xavier Lima, destacou que Tangará da Serra e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso compartilham uma relação estreita e vital para a segurança e o bem-estar da comunidade.

Segundo ele, ao longo dos anos essa parceria tem sido marcada por um compromisso mútuo de proteção e serviço, desde o suporte em emergências até a participação ativa em eventos cívicos, os bombeiros militares têm sido uma presença constante e confiável na vida dos tangaraenses.

“A cidade não é apenas um local de atuação, para os nossos bombeiros, mas sim um verdadeiro lar para os militares que dedicam suas vidas a salvar outras. Essa ligação profunda é um reflexo do apoio e do respeito mútuo que permeiam essa colaboração essencial para a segurança local”, ressaltou o capitão.​

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Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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