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MT tem 3º melhor avanço entre Estados que mais alfabetizaram crianças na idade certa e chega ao 11º lugar

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O Estado de Mato Grosso passa a ocupar o 11º lugar no Índice de Crianças Alfabetizadas na Idade Certa. O dado foi anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), durante reunião em Brasília, nesta terça-feira (28.05). Na avaliação geral, Mato Grosso, que estava em 20º lugar, teve o 3º melhor avanço entre todos os Estados e o Distrito Federal.

O salto foi de 22%, de crianças alfabetizadas na idade certa, em 2021, para 55%, em 2023, ultrapassando a meta estipulada pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc), que era de 52%.

“Nossos robustos investimentos na Educação tem sido cruciais para essas conquistas. São escolas novas e reformadas, material didático de ponta, notebooks, chromebooks, TVs Smart, intercâmbio, premiação a alunos e professores, e várias outras iniciativas que estão impulsionando o avanço da educação pública em Mato Grosso”, destacou o governador Mauro Mendes.

O Indicador Criança Alfabetizada foi calculado a partir do alinhamento nacional dos dados apurados pelas avaliações aplicadas pelos Estados em 2023. As metas foram alinhadas nacionalmente pelo MEC com o intuito de garantir o direito à alfabetização a todas as crianças do País, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios.

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Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, que também participou do evento em Brasília, o bom desempenho é fruto dos compromissos estabelecidos pelo Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a rede estadual de ensino entre as cinco redes públicas mais bem avaliadas no país até 2032.

“Mato Grosso tem compromisso com a alfabetização, pois a capacidade de ler e escrever é um fator importante na vida das crianças. Com ensino e aprendizagem de qualidade e por meio do regime de colaboração com os municípios estamos proporcionando o crescimento das crianças com uma educação básica consolidada e uma alfabetização eficaz”, afirmou.

O Alfabetiza MT foi lançado em julho de 2021 como ação fundamental para recuperar a alfabetização no pós-pandemia. “Identificando as dificuldades dos estudantes de forma personalizada, os professores puderam trabalhar focados e os resultados comprovam que as decisões tomadas pela Seduc foram assertivas”, explicou Alan.

Já em 2022, o Alfabetiza MT alcançou todos os municípios. As formações de gestores e professores da educação infantil e alfabetização, alcançaram mais de 25 mil profissionais ao longo desses anos. Além disso, mais de 233 mil estudantes e professores do 1° e 2° anos receberam material didático complementar em 2023 e 2024, por meio do componente de criação de material didático e metodologias.

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A Seduc também atuou por meio dos componentes de comunicação, engajamento e fortalecimento da gestão municipal escolar com a realização de seminários de boas práticas em cada município e nas 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs).

Foram investidos mais de R$ 10 milhões em bolsas de incentivo para as equipes regionais e municipais, além da premiação e apoio a 400 escolas através do Prêmio Alfabetiza MT, que investe anualmente R$8,2 milhões e chega à 3ª edição em 2024.

As metas da Seduc na alfabetização a serem alcançadas nos próximos anos são: 57% em 2024 e, nos anos subsequentes até 2030, 61%, 66%, 70%, 73%, 77% e 80%.

Fonte: Governo MT – MT

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Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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