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Polícia Civil apreende maconha, pasta base e cocaína que eram transportadas em veículo na BR-364

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Uma carga de entorpecentes, entre maconha, pasta base e cocaína, que era transportada na BR-364, foi apreendida pela Polícia Civil nessa quarta-feira (12.06), em ação realizada pela equipe da Delegacia de Campo Novo do Parecis. Dois homens, de 27 e 29 anos, responsáveis pela carga de entorpecentes, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Os policiais realizavam diligências de rotina na região da BR-364 quando avistaram um veículo Fiat Fiorino que chamou atenção devido ao nervosismo e inquietação do condutor, que a todo instante observava os policiais.

Diante de uma possível situação de crime, a equipe policial acompanhou e realizou a abordagem do veículo, que chegou a aumentar a velocidade, na tentativa de escapar dos policiais.

Ao ser abordado pelos policiais, o motorista confessou que estava fazendo o transporte de entorpecentes. Foram encontradas na parte traseira do veículo duas caixas com tabletes de maconha, pasta base e cocaína.

Foram apreendidos 26 tabletes de maconha, seis de pasta base e dois de cocaína, totalizando 34 peças de entorpecentes.

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Diante dos fatos, o material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à Delegacia de Campo Novo do Parecis, onde confessou que havia outro veículo dando apoio ao transporte do entorpecente.

Em continuidade às diligências, os policiais retornaram à BR-364, onde abordaram um veículo Fiat Mobi, que seguia rumo a Brasnorte.

O motorista também foi detido e encaminhado à Delegacia de Campo Novo do Parecis, onde os dois presos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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