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Fugitivo de MT é preso pela Polícia Civil em favela do Rio de Janeiro

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Uma ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e do Rio de Janeiro resultou na prisão, nesta quinta-feira (13.06), de um fugitivo de uma penitenciária na região metropolitana de Cuiabá.

O paradeiro de Guilherme de Jesus Oliveira, de 28 anos, foi localizado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), com apoio da Delegacia de Tabaporão e a prisão cumprida por uma equipe da Polinter da Polícia Civil fluminense. Ele foi preso dentro da favela da Rocinha, uma das maiores do país.

Guilherme fugiu da penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, no dia 2 de abril deste ano, junto com outros cinco presos.

Ele responde a cinco processos penais pelas Comarcas de Cuiabá, Juína e Juara, pelos crimes de ameaça, furto qualificado, homicídio qualificado e tortura. Com a fuga, foi emitido novo decreto de prisão pela 2a Vara Criminal de Cuiabá, além de outros mandados que estavam em aberto pela 3a Vara Criminal de Juína e 7a Vara Criminal contra o Crime Organizado.

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Guilherme é um dos suspeitos de envolvimento no assassinato de um jovem de 18 anos, em Pontes e Lacerda. Guilherme Ferreira Cooper Nunes foi executado com um disparo na cabeça por integrantes de uma organização criminosa. O corpo da vítima foi encontrado em uma área rural da cidade no dia 5 de junho.

Fonte: Governo MT – MT

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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