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Setasc inicia primeira turma do SER Família Capacita na Fundação Nova Chance

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Programa, de iniciativa da primeira-dama Virginia Mendes, tem como objetivo proporcionar o retorno ou ingresso ao mercado de trabalho
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) iniciou a primeira turma de qualificação do Programa SER Família Capacita em parceria com a Fundação Nova Chance. Os 20 alunos, egressos do Sistema Penitenciário, farão o curso de Assistente Administrativo. As aulas começaram na noite desta segunda-feira (17.06).

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, ressaltou a importância da realização do curso pelos egressos do Sistema Penitenciário para a facilitação na reinserção na sociedade e na promoção da justiça social.

“A ocupação produtiva e a integração social dos egressos ajudam na prevenção da violência e criminalidade. Investir em cursos de qualificação para egressos é uma maneira eficaz e humanitária de promover a justiça social. A qualificação facilita a reintegração à sociedade, auxiliando a reconstruir uma nova vida. Desejo que todos aproveitem ao máximo essa oportunidade”, disse.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasi Bugalho, explicou que esta primeira turma da parceria com a Nova Chance é composta por egressos que já trabalham na Setasc por meio de convênio com a Fundação.

“Nós já temos um convênio com a Nova Chance, por meio do qual damos a oportunidade para que os egressos do Sistema Penitenciário possam retornar ao mercado de trabalho, desempenhando funções dentro da própria Setasc. E agora, com o SER Família Capacita, pensado pela nossa primeira-dama Virginia Mendes justamente para dar a oportunidade às pessoas em situação de vulnerabilidade, para voltar ao mercado de trabalho por meio da qualificação, nós queremos dar os meios para que estes trabalhadores possam se capacitar e conquistar novos espaços profissionais e melhorias de vida. Por isso, tivemos a iniciativa de começarmos essa nova parceria com a Fundação”, ressaltou a secretária.

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A diretora executiva da Fundação Nova Chance, Beatriz Dziobat, ressaltou que a realização do curso do SER Família Capacita é a efetivação do que é proposto pela instituição, que é trabalho somado à qualificação.

“Essas pessoas que estão aqui trabalham por meio da intermediação e hoje a gente busca a capacitação, porque nós queremos que eles saiam de mão de obra de serviços gerais, nós queremos pessoas qualificadas. Nós queremos que as pessoas do Sistema Penitenciário tenham oportunidades em grandes empresas, no mercado formal do trabalho, e é pra isso que a gente está aqui todos os dias”, disse.

Benedito Marques Moreira Neto, assistido pela Fundação Nova Chance e aluno do do SER Família Capacita, agradeceu a oportunidade de fazer o curso de Assistente Administrativo.

“Em primeiro lugar eu quero agradecer a Deus por essa oportunidade tão importante na minha vida, agradecer minhas chefes, dona Isabela e dona Michele, e a secretária Bugalho. Estou me sentindo muito orgulhoso por estar aqui hoje, é lindo demais, estou muito feliz. Vai mudar muita coisa na minha vida, porque passei por muita coisa ruim e hoje estou me sentindo muito importante. Só tenho a agradecer à primeira-dama Virginia Mendes e ao governador Mauro Mendes por essa oportunidade”, ressaltou.

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Para Laura Daniele Neves de Souza, também colaboradora da Setasc e aluna do curso, com a capacitação ela terá mais conhecimento, e mais oportunidades para melhorar de vida.

“Vim fazer o curso para futuramente trabalhar na área de Administração. Creio que vou aprender mais, ter uma renda e interagir melhor na sociedade porque a gente tem um passado, e estar recebendo essa oportunidade agora pela Funac e pela Setasc, é muito bom. Pra mim é muito grande essa oportunidade, eu que estou ressocializando, vim de um passado negro, então chegar onde estou chegando, trabalhando, me esforçando, tem que ter muita gratidão por isso, só tenho a agradecer pela oportunidade”, disse.

Ela completou: “Faz 30 anos que eu não entro em uma sala de aula. Eu estou sem palavras, estou muito emocionada, estou feliz demais. Nem acredito. Só posso agradecer e aproveitar a oportunidade”.

O curso de Assistente Administrativo do SER Família Capacita, para os assistidos da Fundação Nova Chance, e que são colaboradores da Setasc terá duração de 160 horas.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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