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Polícia Militar conclui curso de qualificação de 353 policiais

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou a formatura do 14º Estágio de Qualificação de Praças, nesta sexta-feira (28.06). Ao todo, 353 policiais militares passaram pela formação.

Durante duas semanas, os militares participaram de instruções sobre Procedimento Operacional Padrão, Direito Penal Militar, Legislação de Trânsito, entre outras disciplinas, visando a atualização de conhecimentos e o aprimoramento de atividades operacionais práticas. O curso foi realizado pela Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar (Esfap).

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, parabenizou os alunos formandos e destacou a função do Estágio de Atualização e Qualificação da PMMT como uma ferramenta essencial para que os policiais militares se tornem aptos a assumir novos postos na instituição.

“São pré-requisitos para que esses policiais possam ser promovidos e, neste mês, conseguimos reunir policiais do interior e da Capital, passando por atualizações em diversas disciplinas, com atividades dentro e fora de sala de aula, ajudando no patrulhamento da cidade. Ficamos muito felizes em ver o Governo abrindo as portas para nossos militares que foram bem recepcionados pela primeira-dama, que ofertou esse momento único e especial na vida deles”, disse o coronel.

O secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, coronel PM César Roveri, afirmou que essa e todas as capacitações da Polícia Militar também fazem parte dos investimentos realizados pelo Governo do Estado para melhoria e modernização do serviço público.

“A Polícia Militar dá um grande salto de qualidade quando disponibiliza aos nossos profissionais essa oportunidade, motivando e capacitando. Estamos enfrentando uma situação diferente em nosso Estado, onde temos o apoio do Governo e recebemos grandes investimentos, em viaturas, armamentos, treinamentos, capacitações, construção e reformas de unidades. O governador Mauro Mendes realmente se preocupa, se dedica e se esforça muito para que possamos ter melhores condições para atendermos o cidadão”, ressaltou.

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A turma teve como madrinha a primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, que esteve presente na solenidade e agradeceu ao convite realizado pela Esfap e Polícia Militar.

“Foi uma surpresa o convite, fiquei muito honrada e emocionada, pois ouvi aqui tantos elogios ao meu trabalho e a minha equipe. Para mim é uma honra enorme, ser madrinha desses homens e mulheres do bem, que saem e deixam a família em casa para cuidarem de todos nós. Esse evento é um pequeno gesto de carinho pelo convite que recebi, mas saibam que vocês merecem muito mais por toda sua dedicação”, afirmou a primeira-dama.

O procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz, também esteve presente na formatura e destacou o papel e importância da Polícia Militar dentro da sociedade mato-grossense.

“Quero parabenizar a organização deste evento e a todos os formandos e formandas que buscam um aperfeiçoamento, conhecimento e progressão de carreira. Ser firme, ser altivo, ser resiliente e ao mesmo tempo ter a sensibilidade de entender os problemas do próximo, isso é essencial e que esse exemplo da primeira-dama seja carregado no coração de cada um de vocês. Nunca antes, a população precisou tanto da Polícia Militar e vossas senhorias são cada vez mais relevantes na nossa sociedade”, salientou.

O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Hélio Nishiyama, enfatizou a importância da atuação dos policiais militares do Estado e o papel do Governo nos constantes treinamentos para a instituição.

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“A Polícia Militar integra um dos pilares do Estado, que é a Segurança Pública. Em especial, os senhores, que estão literalmente na linha de frente contra a criminalidade, que são os verdadeiros heróis, corajosos. O sucesso da atividade de cada policial na verdade é o sucesso da sociedade. Eu fico muito feliz quando vejo como o Governo do Estado se preocupa em treinar e aperfeiçoar o seu policial”, pontuou o desembargador.

Turma Sargento Odenil Alves Pedroso

A 14º turma de Estágio de Qualificação de Praças recebeu o nome “Sargento Odenil Alves Pedroso” em homenagem ao policial militar assassinado, durante horário de serviço, em Cuiabá, há um mês.

Os familiares do sargento Odenil compareceram à cerimônia e foram homenageados pela primeira-dama, Virgínia Mendes. “Quero dizer à família do Odenil que sentimos muito pela perda, mas saibam que vocês têm aqui um ombro amigo e que estamos à disposição de vocês. Nós honramos e sentimos muito orgulho da farda de vocês”, afirmou a primeira-dama.

Também estiveram presentes na solenidade a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, coronel PM Grasiele Bugalho; o secretário-chefe de Gabinete de Governo, tenente-coronel Jordan Espíndola; o secretário-adjunto de Segurança Pública, coronel PM Héverton Mourett; a comandante-adjunta da PMMT, coronel Francyanne Siqueira Chaves; o corregedor-geral da PMMT, coronel Fernando Augustinho Oliveira Galindo; o diretor da Agência Central de Inteligência da PMMT, coronel Ronaldo Roque da Silva; o comandante do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), tenente-coronel Manoel Bugalho, entre demais autoridades.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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