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Sesp envia policiais do Bope para reforçar segurança em Sorriso

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), em conjunto com o Comando Geral da Polícia Militar, enviou neste sábado (13.07), policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Cuiabá para reforçar a segurança em Sorriso (420 km de Cuiabá). A ação faz parte da 16ª etapa da Operação Vitae, coordenada pela Secretaria Adjunta de Integração Operacional, com o objetivo de intensificar o policiamento na cidade.

A operação, realizada de forma contínua, conta também com o apoio de diversas unidades especializadas, incluindo o 12º Batalhão, Rotam, Cavalaria, Companhia de Motopatrulhamento e Força Tática. O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) auxiliou no transporte das tropas de Cuiabá para Sorriso.

O secretário-adjunto de Integração Operacional, coronel PM Fernando Carneiro Tinoco enfatiza a importância do reforço policial e da integração entre as forças de segurança. “Estamos intensificando o policiamento em Sorriso com o envio de mais policiais militares, reafirmando nosso compromisso com a segurança pública e com a população da cidade e região. Planejamos também o envio de policiais civis. A integração entre as forças de segurança tem sido fundamental para fortalecer as operações e garantir a segurança da população”.

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Desde a noite de sexta-feira (12), policiais militares iniciaram uma força-tarefa após receberem informações de que integrantes de uma organização criminosa, em um veículo Fiat Cronos prata, planejavam homicídios no município. Os militares identificaram o veículo suspeito e, durante a tentativa de abordagem, foram surpreendidos por disparos feitos pelos ocupantes. Em resposta, os policiais revidaram.

No confronto, três suspeitos foram baleados e socorridos até o Hospital Regional, mas não resistiram aos ferimentos e foram a óbito. Um quarto integrante da organização foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia.

Um militar foi baleado na perna, encaminhado até a unidade de saúde e passa bem.

Durante a operação, as equipes apreenderam três pistolas, sendo duas 9 milímetros e uma .40, dois carregadores 9 milímetros, 48 munições 9 milímetros e seis .40.

Aproximadamente 60 policiais do 12º Batalhão, Força Tática de Sorriso, Sinop e Nova Mutum, Batalhão Rotam e Cavalaria de Nova Mutum foram mobilizados nesta ação.

O comandante do 12º Batalhão de Sorriso, tenente-coronel PM Jorge Luiz de Almeida, destacou a continuidade das operações. “A Secretaria de Segurança Pública e o Comando Geral estão enviando novos policiais militares para reforçar a Operação Vitae, dobrando o efetivo existente. Continuaremos com as operações, contando com o apoio da Sesp, do coronel Fernando e do comandante-geral coronel Mendes, para combater as organizações criminosas em Sorriso”, concluiu.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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