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ALMT treina servidores para implantação do canal de denúncias de assédio

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TV TONINHO DE SOUZA

Você sabe o que é assédio? Essa é uma pergunta que pode parecer banal, mas muitas pessoas ainda não sabem o que isso significa. A verdade é que o assédio está em todos os espaços, público e privado, inclusive no ambiente de trabalho, mas seu ato se tornou algo tão naturalizado que muitas pessoas passam por isso e não sabem que foram vítimas de um crime.

Existem inúmeras situações que se configuram como assédio e, para combatê-lo, é preciso conscientizar, entender o lugar das vítimas e responsabilizar os culpados por isso.

Pensando nisso e visando o cumprimento da Lei 14.450/2023, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio da Procuradoria Especial da Mulher, deu início, na manhã de hoje (27), à capacitação de servidores que irão compor o núcleo de enfrentamento aos assédios moral e sexual na Ouvidoria Especializada da Casa. A iniciativa visa preparar a equipe para identificação e denúncia de sinais de abuso oferecendo atendimento humanizado e acolhimento às vítimas.

“A Assembleia está cumprindo uma lei que é tratar desse tema aqui dentro do Parlamento. Exatamente, até para poder cobrar isso dos outros órgãos a gente tem que fazer a lição de casa”, explicou a subprocuradora da Mulher, Francielle Brustollin. “Nesse contexto, essa capacitação faz parte do projeto para uma mudança cultural a respeito de violências em geral, mas principalmente contra a mulher, que ainda é a principal vítima”, lembrou.

A subprocuradora adiantou que a capacitação dessa terça-feira visa abordar as práticas para o fluxo do processo de denúncia, orientação e principalmente acolhimento humanizado e sigiloso.

“Os servidores terão, dentro de cada um dos setores, um profissional capacitado para o acolhimento das denúncias com todos os cuidados que são previstos e que garantem inclusive, o anonimato da vitima”, detalhou Brustollin. Além da denúncia presencial, os servidores poderão fazê-lo por meio de formulário direto na Ouvidoria  Especializada ou ainda por plataforma digital.

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Sobre o curso, trata-se de uma parceria com a Tech Lex e está capacitando vinte servidores para atuarem na Ouvidoria Especializada. A juíza Graziele Cabral é uma das instrutoras do treinamento e explicou a importância de preparar servidores e implantar políticas de combate aos abusos dentro do ambiente de trabalho.

“Nós vamos fazer um treinamento para que as pessoas entendam como é o acolhimento. Porque o acolhimento à vítima é o mais importante. Muitas vezes, num primeiro contato, o primeiro acolhimento já é o suficiente para aquela pessoa se sentir encorajada a relatar uma situação de violência”, defendeu. “Com isso os servidores terão mais opções para sentirem segurança em buscar ajuda”, avaliou.

A servidora Priscila Mendes destaca a importância da iniciativa para criar um ambiente seguro e eficaz no combate à violência.  “A violência é muito naturalizada, é pouco perceptível e geralmente, a vítima não consegue se reconhecer nesse lugar. Ela se sente em posição de desconforto, mas não sabe como atuar. Principalmente quando nós pensamos que o assédio moral e o assédio sexual se dão num parâmetro de hierarquia e então colocam o trabalhador ou a trabalhadora se sentindo em risco, em risco do seu emprego, em risco da manutenção da sua vida”, avaliou.

Segundo ela, “é preciso sim, pensar numa rede de apoio em como atender essa pessoa vítima de violência, seja assédio moral, seja assédio sexual, no ambiente de trabalho. Então ela precisa se sentir segura, falar com alguém de repente mais próximo, que possa atender, que possa acolher, e que não a deixe com a sensação de tão exposta para de repente denunciar”.

A Capacitação – “Assédio Moral, Assédio Sexual e demais Crimes contra a Dignidade Sexual e a Violência Sexual no âmbito da Administração Pública” – Idealizado pela Procuradoria Especial da Mulher em parceria com a plataforma Tech Lex Digital, responsável pelo dispositivo de formação que será disponibilizado para todos os servidores.

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O programa conta com 25 aulas, conforme explicou Cláudia Aquino, diretora da Tech Lex. “O conteúdo tem vídeoaulas sobre assédio moral, assédio sexual, violência doméstica, abuso sexual, infanto-juvenil, além de abordar as formas de prevenção e enfrentamento”, explicou. O curso também aborda os caminhos que devem percorrer aquele servidor ou servidora que sentir que está sofrendo algum tipo de assédio no ambiente de trabalho.

A violência contra a mulher, segundo a diretora, apesar de não ser uma exigência legal no cronograma de aulas, foi um pedido da Procuradoria Especial da Mulher. “A deputada Janaina Riva (MDB), junto com a sua equipe, pediu que nós abordássemos também as questões referentes à violência contra a mulher, que é um assunto que está na pauta. Isso, infelizmente, porque Mato Grosso está num ranking que a gente também não deseja que fique”, destacou. “O abuso sexual infanto-juvenil também incluímos, para que os servidores sejam multiplicadores desse conhecimento, para que a gente possa melhorar a nossa sociedade em relação a essas pautas que são muito duras e pesadas para nós todos”, frisou.

A capacitação será disponibilizada na modalidade EAD (Educação a Distância) na plataforma digital da Escola do Legislativo. O início está previsto para o mês de setembro e será obrigatório a todos os servidores da Casa de Leis. Serão seis módulos que abordam temáticas de reconhecimento de violência e assédio, legislação, orientação e acolhimento das vítimas e formas de denunciar.

O objetivo é capacitar homens e mulheres para saberem identificar os tipos de violência e assédio, como acolher essas vítimas e agir para evitar a escalada das agressões.

 

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Vídeo: Superlotação e falta de triagem agravam caos na UPA do Verdão em Cuiabá

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A UPA do Verdão, em Cuiabá, enfrenta uma situação alarmante com pacientes aglomerados em quartos e corredores, sem triagem adequada. Crianças estão sendo acomodadas junto a adultos, incluindo casos de doenças respiratórias e suspeitas de COVID-19, gerando um cenário de risco à saúde de todos que buscam atendimento na unidade. A superlotação e a falta de organização têm sido motivo de preocupação entre os cidadãos e profissionais da saúde.

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Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024. “Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis. “A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN. Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. Pacto Ninguém se Cala O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. 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