Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Polícia Civil prende sete pessoas suspeitas de compra de votos em Jauru

Publicados

MATO GROSSO

Em uma operação que desmantelou um suposto esquema de compra de votos, a Polícia Civil prendeu sete pessoas em flagrante em Jauru, a 420 km de Cuiabá. Entre os detidos estão Enércia Monteiro, candidata a vice-prefeita, e Nelsina Ferreira de Oliveira Gomes, secretária de Educação. A prisão ocorreu após denúncias de que a residência de Enércia estava sendo usada para distribuição de dinheiro em troca de votos. Ao chegar ao local, as autoridades interceptaram uma mulher com R$ 500 e materiais de campanha da candidata.

Durante a abordagem, a mulher confessou que o dinheiro era para “colaborar nos últimos dias de campanha”. Na casa, além de Nelsina com R$ 1,2 mil no bolso, os policiais encontraram outras quantias em dinheiro, santinhos, e cheques assinados em branco. Todo o material foi apreendido e os suspeitos foram levados à delegacia, onde responderão pelo crime eleitoral de compra de votos, conforme previsto no artigo 299 do Código Eleitoral.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Kalil Baracat evita antecipar futuro político após derrota e foca em concluir mandato
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Kalil Baracat evita antecipar futuro político após derrota e foca em concluir mandato

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA