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Valendo a “Lei do Ex”, Cuiabá bate o São Paulo com golaço de bicicleta e ganha fôlego pela permanência
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O Cuiabá, que estava sem vencer há quatro rodadas, fez grande partida e bateu o São Paulo por 2 a 0 neste sábado (5), em casa. Travando luta intensa contra o rebaixamento, a vitória deu um respiro e fez o Dourado diminuir a distância do Fluminense, primeiro time fora do Z-4. O zagueiro Bruno Alves, que já defendeu o Tricolor, fez prevalecer a “Lei do Ex” e abriu o placar com um golaço de bicicleta, e Clayson ampliou após falha da defesa paulista. O Auriverde precisa manter a postura nas próximas partidas decisivas se quiser pensar em permanência. Já o Tricolor continuiou em quinto lugar, a quatro pontos do G-4.
Primeiro tempo
O Dourado abriu o placar logo aos 3 minutos com um golaço do zagueiro Bruno Alves, que fez prevalecer a lei do ex, já que ele acumula anos de passagem no Tricolor. Em lance de bola parada, a defesa são-paulina não afastou e Pitta desviou. Na sobra, Bruno emendou uma linda bicicleta na pequena área, indefensável.
Apesar da posse de bola, o Tricolor não conseguiu criar lances de perigo, parando na linha de 5 auriverde, formada por Matheus Alexandre, Marllon, Bruno Alves, Allan Empereur e Ramon. Até pouco depois dos 30, a esquadra paulista ainda não tinha arrematado um chute sequer.
O esquema de Bernardo Franco funcionou e, mantendo o ritmo, o Cuiabá ampliou com outro belo gol. Após erro na saída tricolor, pela esquerda, Lucas Fernades robou e deixou para Clayson, que recebeu na entrada da área e bateu colocado, com muita categoria, sem chances para Rafael. Placar justo e de acordo com o desempenho de cada lado.
Segundo tempo
O Tricolor mudou a postura após o intervalo, voltando mais ofensivo e já somando dois escanteios antes dos dois minutos. No entanto, a equipe paulista continuou esbarrando na marcação do Cuiabá.
O jogo esfriou após Daronco parar para repor bolas murchas e trocar gandulas. O confronto seguiu morno, sem grandes chances. Aos 21, o árbitro parou de novo por outra bola inadequada.
Mesmo dominando a posse, o São Paulo não conseguia furar a defesa. Aos 30, Ramon e Pitta desperdiçaram chance clara para o Cuiabá. O time paulista ainda arriscou de longe somando chutes de Luiz Gustavo e Nestor, mas o Auriverde se fechou para segurar o resultado.
Como fica?
Com o triunfo merecido, porém suado, o Dourado conseguiu leve fôlego na briga pela permanêcia. Os três pontos diminuíram a distância para o Fluminense, primeiro fora do Z-4. Agora, o Dourado somou 26 e o Flu tem 30. Para pensar em não cair, o time de Franco vai ter que manter a postura de hoje nas próximas missões.
Após parada da Data Fifa, visita o Atlético-GO em duelo direto, no dia 18, às 18h (de MT), no Antonio Accioly. Depois, visita o Vasco em São Januário, às 18h do dia 25. Para reverter a situação crítica, o Dourado ainda fará seis jogos fora de casa e cinco na Arena. Longe dos seus domínios, visita o Atlético Goianiense, Red Bull Bragantino, Botafogo, Juventude, Fluminense e Vasco. Em casa, recebe o Tricolor, Corinthians, Flamengo, Bahia e Vasco.
O Tricolor se mantém na briga pelo topo da tabela, mas com o revés se manteve em quinta posição, com os mesmos 47 pontos, a quatro do Flamengo, primeiro dentro do G-4. Agora, o time de Zubeldía terá compromissos contra o Vasco, Criciúma e Bahia nas próximas três rodadas.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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