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O Boticário amplia estratégia de expansão no atacarejo e dobra o número de lojas sustentáveis

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O Boticário, marca pertencente ao Grupo Boticário, terceira empresa de beleza mais sustentável do mundo, segundo o índice Dow Jones de 2023, inaugurou em outubro/2023 a centésima loja sustentável, localizada em Guaianases, Zona Leste de São Paulo.

Com 14 % de lojas desse perfil na região Centro-Oeste, a iniciativa, que faz parte da estratégia de expansão da marca no setor de atacarejo e reforça o compromisso com a agenda ESG, já reutilizou mais de 100 toneladas de plástico, provenientes de parte das embalagens de produtos coletados pelo Boti Recicla, o maior programa de logística reversa do Brasil em pontos de coleta*.

Com crescimento de 53% só no último ano (2023), o projeto atinge o marco de 100 lojas sustentáveis e planeja, até o final de 2025, alcançar 150 unidades, totalizando com essa iniciativa a reutilização de 180 toneladas de plástico que serão reintroduzidos no ciclo produtivo, reduzindo, assim, a extração de matéria prima virgem da natureza.

O modelo de loja, iniciado em 2020, com a primeira unidade em São José do Rio Preto (SP), foi projetado para expandir a presença do Boticário em mercados estratégicos, como o atacarejo, onde o fluxo de consumidores é intenso e o apelo por conveniência e sustentabilidade é crescente. O investimento vai ao encontro de dados da Associação Brasileira dos Atacadistas de Autosserviço (ABAAS), 2023, que aponta que sete em cada dez brasileiros realizam compras em unidades de atacarejo – evidenciando o potencial de capilaridade desse formato.

Para Rafael Marconi, Diretor Executivo de Franquias do Boticário, ao adotar esse modelo, a marca não apenas amplia a presença no mercado, mas também reforça a conexão com o público, oferecendo uma experiência de consumo mais sustentável e acessível. “Atualmente, mais de 70% das lojas sustentáveis do Boticário estão localizadas em atacarejos, um segmento que combina alto volume de vendas com preços competitivos, atendendo a um público variado. As lojas sustentáveis são um marco na nossa estratégia, permitindo que os consumidores encontrem nossos produtos em locais de grande circulação, ao mesmo tempo em que reforçamos nosso compromisso com a agenda ESG.”

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O crescimento está alinhado com a estratégia de capilaridade da marca, que já está presente em 90% das Unidades Federativas (UFs) do Brasil – garantindo que os consumidores de diferentes regiões tenham acesso a produtos que atendam às suas expectativas de qualidade.

Estrutura sustentável de ponta

As lojas sustentáveis utilizam plástico reciclado em parte de sua estrutura. Cada unidade é projetada para ser 50% mais leve e 40% mais eficiente termicamente em comparação aos containers tradicionais, contribuindo para a redução de consumo de energia. Esse modelo utiliza a chapa sustentável – uma matéria-prima inédita utilizada nos mobiliários, produzida a partir de materiais de baixa reciclabilidade, como isopor e tecido. A iniciativa, pioneira no mercado, foi desenvolvida em parceria com a Mão Colorida, empresa especializada em projeção e construção de pontos de venda, e reforça o compromisso de reduzir, cada vez mais, os impactos ambientais da cadeia produtiva da marca, como um todo – com uma atuação consistente em relação à sustentabilidade.

A escolha de plásticos ABS e EPS na construção das lojas não apenas reduz o impacto ambiental, mas também aumenta a durabilidade e a performance técnica das unidades, já que as estruturas construídas com o material têm uma vida útil mais longa e resistem a danos durante o transporte e a instalação. Além disso, a cada nova unidade inaugurada, aproximadamente 2 toneladas de resíduos sólidos reciclados é incorporada na construção, reforçando o compromisso da marca com a economia circular.

Boti Recicla

O Boti Recicla, maior programa de logística reversa do país em pontos de coleta do setor de beleza, está no centro dessa transformação. A operação, que foi criada pela marca em 2006, conta, atualmente, com mais de 4 mil pontos de coleta espalhados pelo Brasil. Para estimular o descarte correto, o Boticário oferece descontos a partir de R$150 reais em compras nas lojas físicas para quem entregar três ou mais embalagens de produtos (de qualquer marca do setor de cosméticos), em qualquer loja física.

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“A loja sustentável carrega, em sua essência, os claims de sofisticação do varejo, na medida em que se ajusta para chegar até o consumidor onde ele estiver. Desde o início do projeto, em 2020, temos crescido exponencialmente, e este ano estamos quase dobrando o número de lojas sustentáveis em comparação ao ano anterior. Acreditamos firmemente nesse modelo e continuaremos focados em sua expansão nos próximos anos”, finaliza Marconi.

As embalagens devolvidas por consumidores e revendedores nos pontos de coleta são enviadas e doadas para as cooperativas homologadas no programa, que realizam a destinação correta, enviando para a reciclagem. Além disso, parte destas embalagens vazias são transformadas em projetos internos no Grupo Boticário, como por exemplo, na construção das lojas sustentáveis.

*Corporate Sustainability Assessment (CSA): avaliação anual das práticas de sustentabilidade das empresas e principal critério de elegibilidade para o Índice Dow Jones Sustainability Index |
**Resultado divulgado pelo Corporate Sustainability Assessment (CSA) da S&P Global no dia 22 de dezembro de 2023.

Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas com o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla. Além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos - e não realiza testes em animais.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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