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Corpo de Bombeiros realiza concerto musical beneficente nesta terça-feira (03)

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O ingresso é obtido mediante a doação de alimentos não-perecíveis; são quatro pontos de troca em Cuiabá e VG.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza, na próxima terça-feira (03.12), um concerto musical beneficente que promete encantar o público com um espetáculo inesquecível. A apresentação marca o encerramento das celebrações dos 60 anos da corporação, comemorados em agosto deste ano. Os interessados ainda podem retirar seus ingressos.

Intitulado “Concerto Musical em Homenagem à História do CBMMT – 60 Anos de Heroísmo”, o evento ocorrerá às 19h30, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, em Cuiabá. O concerto será aberto ao público e terá entrada gratuita mediante a doação de alimentos não-perecíveis. O acesso ao local será permitido apenas com a apresentação do ingresso.

Para adquirir o ingresso, basta doar dois quilos de alimentos não-perecíveis, que serão destinados a instituições filantrópicas. Os pontos de troca das doações estão localizados em Cuiabá e Várzea Grande.

Na capital, as trocas podem ser feitas no Quartel do Comando Geral, no 1º Batalhão Bombeiro Militar e na Escola Estadual Dom Pedro II – Presidente Médici. Em Várzea Grande, a troca deve ser realizada no Várzea Grande Shopping.

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O comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, ressaltou que o concerto é uma oportunidade de reforçar o compromisso da corporação com a sociedade, já que, além de celebrar a trajetória histórica da instituição, o evento também busca envolver a população em uma causa solidária.

“Queremos retribuir o carinho e o apoio recebidos ao longo dos nossos 60 anos de existência. Este evento não apenas celebra nossa história, mas também valoriza a solidariedade e promove um momento de lazer e cultura. O concerto musical é uma maneira especial de encerrar nossas comemorações, renovando nosso propósito de servir à comunidade com dedicação”, destacou o comandante.

Repertório musical

Para garantir uma apresentação impecável no grande dia, o Corpo Musical tem se dedicado intensamente aos ensaios, conforme explicou o capitão Josuel Vieira, regente da banda de música da corporação. Ele ressaltou que o repertório foi cuidadosamente selecionado, trazendo músicas que prometem emocionar o público.

A primeira parte do concerto será dedicada à música sinfônica, com a execução de peças como “Also Sprach Zarathustra”, de Richard Strauss, além de temas de filmes, como os compostos por John Williams. Na segunda parte, o concerto contará com a participação das crianças do projeto social Musicalizar, realizado pela corporação, que terão a oportunidade de mostrar o resultado de todo o aprendizado adquirido ao longo do projeto.

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A última parte do concerto será dedicada à música popular, com apresentações da banda acompanhada de cantores, encerrando com uma performance de música regional, celebrando a cultura local.

“O público pode esperar uma apresentação emocionante, com clássicos da música nacional e internacional, além de momentos especiais que irão exaltar o espírito de união e gratidão. Esta é uma oportunidade de comemorar, apoiar quem precisa e mostrar o lado artístico da nossa corporação, que vai muito além da rotina de salvar vidas”, afirmou o capitão Vieira.

Pontos de troca dos ingressos

  • Quartel do Comando Geral do CBMMT –  Rua Cel. Benedito Leite, S/N, Centro Sul, Cuiabá.
  • 1º Batalhão Bombeiro Militar – Avenida Agrícola Paes de Barros, nº 123,  Verdão, Cuiabá.
  • Escola Estadual Dom Pedro II Presidente Médici – Avenida Mato Grosso, nº 564, Araés, Cuiabá.
  • Várzea Grande Shopping – Avenida Presidente Artur Bernardes, nº 43, Centro Sul, Várzea Grande.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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