MATO GROSSO
Leilão de 2,1 mil km de rodovias estaduais é adiado para 14 de março
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que o leilão para concessão de seis lotes de rodovias estaduais, inicialmente previsto para 7 de fevereiro, foi reagendado para o dia 14 de março de 2025.
O evento será realizado na Bolsa de Valores, em São Paulo. A alteração atendeu a solicitações de interessados em obter mais tempo para analisar os lotes. Os editais permanecem disponíveis para consulta no site da Sinfra-MT.
Serão concedidos à iniciativa privada 2.104 quilômetros de estradas estaduais, com um investimento previsto de R$ 8 bilhões ao longo de 30 anos. O critério para a escolha das concessionárias será o menor valor da tarifa de pedágio, combinado com uma curva de aportes crescentes, conforme os descontos oferecidos pelos licitantes.
As concessões buscam garantir a manutenção e operação de rodovias já asfaltadas, enquanto o Governo do Estado continua investindo em novos trechos. Desde 2019, mais de 4.200 quilômetros de rodovias foram asfaltados, mas ainda restam quase 20 mil quilômetros sem pavimentação.
Entre as inovações previstas, está a implantação de pedágio free-flow, que permite a passagem sem paradas em cancelas, e a pesagem de caminhões em movimento. Além disso, o projeto deve gerar mais de 90 mil empregos, diretos e indiretos, e aumentar a arrecadação de impostos em mais de R$ 1 bilhão para os municípios.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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