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Lúcia Helena Barboza Sampaio enfrenta caos na Saúde de Cuiabá e promete mudanças estruturais

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Mesmo com pouco mais de uma semana à frente da Secretaria de Saúde de Cuiabá, a médica Lúcia Helena Barboza Sampaio já percebeu o estado de caos e sucateamento da Pasta.

“Esse grau de endividamento, a gente não imaginava que fosse tão grande. Esse aspecto está pior.”

A saúde, considerada uma das áreas mais prejudicadas durante a gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), com intervenção do Estado e alvo de várias operações policiais por suspeitas de corrupção, apresenta um diagnóstico preocupante.

“As circunstâncias em que a Pasta foi deixada, e não só a Saúde, a Prefeitura em si, são muito piores do que a gente imaginava. Esse grau de endividamento, a gente não imaginava que fosse tão grande. Esse aspecto está pior”, afirmou.

A secretária detalhou como tem sido seu trabalho nos primeiros dias de gestão para reorganizar a Saúde, a partir do caos. Ela revelou a intenção de exonerar servidores contratados de forma irregular e prometeu uma revisão total dos contratos assinados. “O critério está sendo esse: quem tem contratação irregular não fica, quem tiver alguma expertise específica vamos manter pelo tempo que for necessário para gestão não parar”, disse.

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Lúcia Helena ainda falou sobre as mudanças implementadas nas UPAs e UBSs de Cuiabá, expectativas para o futuro da secretaria, o fim da Empresa Cuiabana de Saúde Pública e as promessas do Plano de Governo para a Saúde.

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Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados em pesquisa para deputado estadual em Mato Grosso

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A corrida por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) segue marcada por um alto índice de indefinição do eleitorado. Pesquisa de intenção de voto espontânea realizada pelo Instituto Mais, por encomenda do Portal VG Notícias, revela que 62,7% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder, enquanto 20,3% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Somados, os dois grupos representam 83% do eleitorado sem um voto definido.

Entre os nomes lembrados espontaneamente pelos entrevistados, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) lidera com 1,8% das citações.

Indecisão é o principal cenário da disputa

O levantamento reforça que a eleição para deputado estadual ainda está em uma fase inicial de consolidação. Como a pesquisa foi realizada no formato espontâneo, sem apresentação de lista de candidatos aos entrevistados, o percentual elevado de indecisos demonstra que a maioria dos eleitores ainda não definiu sua escolha para a ALMT.

Além dos 62,7% que não souberam responder, os 20,3% que declararam intenção de votar em branco ou anular o voto ampliam o cenário de indefinição para mais de oito em cada dez eleitores.

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Lúdio lidera lembrança espontânea; Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados

Na pesquisa espontânea, Lúdio Cabral aparece na primeira colocação, com 1,8% das intenções de voto. Em seguida estão Dr. João (MDB), com 1,5%; Thiago Silva (MDB), com 1,4%; Gilberto Cattani (PL) e Max Russi (Podemos), ambos com 1,3%; e Eduardo Botelho (MDB), com 1,2%.

Na sequência aparecem Aldecino Lopo (Podemos) e Nininho (PSD), ambos com 0,8%, seguidos por Meraldo Sá (Podemos) e Dilmar Dal Bosco (União Brasil), com 0,7% cada. Jéssica Riva registra 0,5%, enquanto Valdir Barranco (PT) soma 0,4%.

O levantamento também registra um grupo de candidatos lembrados por 0,3% dos entrevistados. Entre eles está Alex Rodrigues, além de Moacir Couto, Zé Carlos do Pátio, Alan Porto, Diego Guimarães, Beto Dois a Um, Carlos Sirena, Ari Lafin, Léo Bortolin, Alcino Barcelos e Adenilson Rocha.

Segundo o relatório divulgado, candidatos com percentual inferior a 0,3% não foram individualizados na tabela da pesquisa.

Como foi realizada a pesquisa

O levantamento foi conduzido pelo Instituto Mais entre os dias 21 e 26 de julho de 2026, ouvindo 1.200 eleitores em diferentes municípios de Mato Grosso.

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A pesquisa possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A definição da amostra utilizou informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os Censos Demográficos de 2010 e 2022.

O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-05675/2026 e BR-07878/2026.

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