MATO GROSSO
Para fomentar o setor cultural, Sebrae seleciona municípios para receber consultorias especializadas
MATO GROSSO
Com o objetivo de fomentar o setor cultural, o Polo de Referência Nacional em Economia Criativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e, por meio do projeto “Crie Políticas Públicas”, abriu um chamamento público para selecionar municípios interessados em receber consultorias técnicas para operacionalizar a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), criada para fortalecer o setor cultural. As inscrições estão abertas até o dia 15 de abril.
A iniciativa, que visa auxiliar dirigentes municipais de cultura em todo o Brasil, busca criar um ambiente favorável à implementação de políticas públicas com foco nos negócios criativos. Ao todo, o Sebrae vai selecionar 200 municípios para receber os serviços on-line de assistência gratuita, garantindo que cada estado tenha, no mínimo, três cidades contempladas.
As ações serão desenvolvidas entre abril e setembro, período em que os gestores municipais terão acesso a apoio técnico customizado, além de orientações coletivas e individuais sobre a implementação de políticas municipais de fomento à cultura relacionadas à Lei Paulo Gustavo, ao PNAB e à implementação do Sistema Municipal de Cultura.
De acordo com a gerente de Competitividade do Sebrae/MT, Denise Pimpim, a dinâmica é abrangente e engloba diversos processos, como diagnóstico, plano de ação e orientações para elaboração e execução de editais, instruções para o monitoramento dos projetos selecionados e para a prestação de contas dos municípios junto ao governo federal. Ela destaca que o atendimento técnico aos municípios será estruturado, com duração total de 15 horas. Na visão da gestora, a iniciativa é fundamental para desenvolver negócios no setor cultural, que enfrenta desafios como a falta de capacitação em gestão
“Muitos profissionais da cultura têm grande talento artístico, mas pouca formação em áreas como administração, marketing e captação de recursos. Isso também traz empecilhos como a limitação no acesso a financiamento, a falta de sustentabilidade financeira e dificuldades na digitalização. Além disso, em alguns casos a baixa valorização e reconhecimento da cultura local trava a expansão para novos mercados”, avalia Denise Pimpim.
Para conferir os requisitos e participar da seleção, clique AQUI para acessar o edital da chamada pública.
https://sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/UFs/SP/Trabalhe%20Conosco/CHAMADA%20P%C3%9ABLICA%20n%C2%BA%20002-25%20-%20Minuta%20do%20Edital%20e%20seus%20anexos.pdf
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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