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Conselho de Consumidores discute falta de energia em Alto Garças e Poxoréu

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O Conselho de Consumidores de Energia Elétrica da Energisa Mato Grosso (CONCEEL-EMT) realizou, nesta quinta-feira (15), a reunião ordinária mensal dos conselheiros, que teve como tema a falta de energia elétrica nos municípios de Alto Garças e Poxoréu. O encontro ocorreu na sede da Energisa, em Cuiabá.

Neste mês, a Vara Única de Alto Garças atendeu a um pedido do Ministério Público de Mato Grosso, em ação civil pública, determinando que a concessionária Energisa S.A., responsável pela distribuição de energia elétrica, apresente relatórios sobre as interrupções no fornecimento, além de realizar uma vistoria e manutenção completa na rede de distribuição e na subestação que atende o município. Em um dos episódios citados na ação, a interrupção no fornecimento de energia durou mais de 18 horas, comprometendo serviços essenciais.

No município de Poxoréu, a situação do serviço de distribuição de energia também é preocupante. De acordo com o vice-presidente do CONCEEL-EMT, Benedito Paulo de Abreu, os casos estão sendo acompanhados de perto e soluções estão sendo cobradas da concessionária.

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“O caso de Alto Garças já foi judicializado e estamos monitorando todas as ações. Pretendemos ir à cidade também para reforçar a necessidade de adequações no fornecimento”, afirmou.

Sobre o CONCEEL/EMT
O CONCEEL/EMT tem como objetivo orientar, analisar e opinar sobre questões relacionadas ao fornecimento, às tarifas e à adequação dos serviços prestados ao consumidor final. O conselho não possui relação de subordinação com a distribuidora Energisa/MT e é composto por representantes das seguintes classes de consumo: residencial, comercial, industrial, rural e poder público.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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