MATO GROSSO
Alex Rodrigues tem candidatura homologada pelo Podemos e entra na disputa por vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso
Após decisão conjunta do partido durante convenção, pré-candidato reforça compromisso com saúde, infraestrutura e desenvolvimento dos municípios mato-grossenses
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A candidatura de Alex Rodrigues a deputado estadual foi oficialmente homologada nesta terça-feira (04), durante a convenção do Podemos. A decisão foi tomada em conjunto pela sigla, da qual o pré-candidato faz parte desde o início de 2026, consolidando seu nome para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso nas eleições deste ano.
O ato reuniu lideranças políticas, filiados, apoiadores e representantes de diversas regiões do estado, marcando o início oficial da campanha eleitoral de Alex Rodrigues.
Trajetória iniciada em Cuiabá
Antes de disputar uma vaga no Legislativo estadual, Alex Rodrigues conquistou destaque na política cuiabana ao ser eleito vereador de Cuiabá nas eleições de 2024, quando recebeu 5.556 votos, resultado que o colocou entre os três parlamentares mais votados da capital.
Desde então, construiu sua atuação voltada principalmente para demandas de infraestrutura, fiscalização de obras públicas e defesa da saúde, pautas que agora pretende ampliar para todo o estado de Mato Grosso.
Saúde é prioridade da candidatura
Durante a homologação, Alex reafirmou que a saúde será uma das principais bandeiras de seu mandato caso seja eleito deputado estadual. Entre as propostas defendidas estão o fortalecimento dos hospitais regionais, ampliação do acesso a consultas e exames especializados, redução das filas de espera e destinação de recursos para melhorar o atendimento à população.
Segundo o pré-candidato, investir na saúde é garantir dignidade aos cidadãos e oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais que atuam na rede pública.
Infraestrutura para desenvolver Mato Grosso
Outra prioridade apresentada por Alex Rodrigues é o fortalecimento da infraestrutura nos municípios mato-grossenses. O pré-candidato defende investimentos em pavimentação, recuperação de rodovias estaduais, construção de pontes, drenagem, mobilidade urbana e obras estruturantes que contribuam para o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida da população.
Para Alex, melhorar a infraestrutura significa facilitar o escoamento da produção, aumentar a segurança nas estradas e oferecer melhores condições para quem vive tanto nas cidades quanto no interior do estado.
Compromisso com todo o estado
Ao agradecer a confiança do Podemos pela homologação de sua candidatura, Alex Rodrigues afirmou que pretende levar para a Assembleia Legislativa uma atuação próxima dos municípios, ouvindo as demandas da população e trabalhando pela destinação de investimentos para as áreas mais essenciais.
Com a candidatura oficializada, o pré-candidato inicia a campanha defendendo uma política baseada em resultados, tendo como principais compromissos o fortalecimento da saúde pública, os investimentos em infraestrutura e o desenvolvimento de Mato Grosso.
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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.
A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.
No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.
Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.